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Rockefeller admite objectivo da Elite: uma População com implantes de Micro chips Por Paul Joseph Watson
Russo, talvez mais conhecido pelo seu filme Trading Places, com Eddie Murphy no papel principal, esteve recentemente na ribalta devido a ter desmascarado a especulação criminosa do Banco Central (Federal Reserve System): o documentário “América, da Liberdade ao Fascismo”. Apesar do seu tratamento na luta contra o cancro, Russo deu uma entrevista a Alex Jones, moderador de rádio e realizador de documentários, na qual deixou cair bomba atrás bomba quanto ao que Rockefeller lhe disse sobre a direcção em que o Mundo foi conduzido pela elite global. Após a publicação do seu vídeo “Mad As Hell” e de ter iniciado a sua corrida eleitoral para Governador do Nevada, Russo despertou a atenção de Rockefeller e foi-lhe apresentado por uma advogada. Perante a personalidade apaixonada de Russo e o seu talento para operar alterações, Rockefeller entrou subtilmente em acção para alistar Russo na elite. Durante uma conversa, Rockefeller perguntou a Russo se estava interessado em entrar para o Conselho das Relações Estrangeiras, (Council of Foreign Relations – CFR), mas Russo recusou o convite dizendo que não tinha interesse em “escravizar pessoas”. Rockefeller perguntou-lhe friamente por que se interessava tanto pelos “servos”. “Expliquei-lhe do que se tratava”, contou Russo. “O senhor tem todo o dinheiro de que precisa, tem todo o poder de que precisa. Qual é o ponto final, qual é a meta final?” Rockefeller respondeu, “A meta final é implantar um micro chip em todos para controlar a sociedade, para os banqueiros e a elite poderem dominar o Mundo”. Rockefeller garantiu a Russo que, se aderisse à elite, o seu micro chip seria especialmente tratado para evitar que ele fosse sujeito a averiguações exageradas por parte das autoridades. Russo contou que Rockefeller lhe dissera “onze meses antes dos acontecimentos do dia 11 de Setembro que se ia dar um acontecimento que resultaria na nossa intervenção no Afeganistão para colocarmos oleodutos no Mar Cáspio; que de seguida atacaríamos o Iraque para tomarmos conta dos campos petrolíferos e estabelecermos uma base no Médio Oriente; e que avançaríamos contra Chávez, na Venezuela”. Rockefeller também contou a Russo que ele veria soldados nas cavernas do Afeganistão e do Paquistão à procura de Osama bin Laden e que ia haver “uma guerra interminável contra o terror, na qual não haveria nenhum verdadeiro inimigo e que tudo seria uma enorme mentira”, para “o Governo poder subjugar a população americana”. Segundo Russo, Rockefeller riu-se cinicamente e que lhe deu imenso prazer fazer esta profecia surpreendente. Numa conversa posterior, Rockefeller perguntou a Russo o que pensava para que é que servia o movimento feminista. Este respondeu que achava que se tratava do direito ao trabalho e de receber um salário igual ao dos homens. Rindo, Rockefeller retorquiu: “O senhor é um idiota! Deixe-me contar-lhe do que se trata: nós Rockefeller fomentámos isto, financiámos o movimento, temos todos os jornais e a televisão nas mãos – a Fundação Rockefeller”. Rockefeller falou a Russo dos dois motivos principais que levaram a elite a disponibilizar meios financeiros ao movimento feminista. Primeiro, porque, antes do movimento, os banqueiros não podiam cobrar impostos a metade da população. Segundo, porque lhes possibilitava enviar as crianças para a escola com menos idade para poderem ser doutrinadas a considerarem o Estado a sua família principal, para quebrar o modelo familiar tradicional. Esta revelação corresponde a declarações anteriores da sufragista Gloria Steinem, nomeadamente, que a CIA financiava a revista Ms. Magazine como parte integrante do mesmo programa para fazer desmoronar a família tradicional. Rockefeller salientou frequente e insistentemente a sua ideia de “que era preciso dominar as pessoas” através de uma elite e que uma das ferramentas de um tal poder se encontrava na redução da população, que havia “demasiadas pessoas no mundo” e que o número da população mundial devia ser reduzido para metade. Uma questão problemática que escapara ao controlo da elite, segundo a conversa de Rockefeller com Russo, era o conflito israelo-palestiniano, onde, a dada altura, estavam a ponderar a bizarra ideia de darem um milhão de dólares a cada cidadão israelita e transferi-los para o Estado do Arizona. Fonte: http://prisonplanet.com/articles/january2007/290107rockefellergoal.htm Lido: 3438
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