O Pânico da Gripe das Aves
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De Veronika Widmer

Fonte: klein-klein-verlag

ImageEm 1997, no ano do pânico da gripe, a planeada pandemia da gripe das aves foi evitada devido à morte de Lady Diana. Em 2002, estava previsto armarem de novo uma epidemia com SARS, porém, não resultou, através do pretendido contágio das pessoas dos países asiáticos. Agora estão a tentar com a gripe das aves, através das aves migratórias.

Contudo, desta vez, prepararam a logística. Desta vez, forjaram planos de pandemia, na Europa, e envolveram organismos de ajuda e, tudo isto, antes da existência do vírus humano, do vírus assassino, responsável pela pandemia arquitectada, ter sido provado.

Portanto, o caso da pandemia foi longamente e bem preparado.

O assunto é sério, é mesmo sério.

Em 9.9.2005, Susanne Kronzucker comunicou a profecia da OMS, no Jornal da Noite, da RTL: «Já não se trata de saber se vai haver uma pandemia, mas quando». Eles estão bastante seguros de que, desta vez, vão conseguir realizar a trama. Susanne Kronzucker também disse para os países armazenarem medicamentos e vacinas, mas que estes não bastariam para todos os doentes.

Porque não? É mesmo para acreditar que a indústria farmacêutica não consegue fabricar medicamentos suficientes? Dificilmente. Por que espalham as autoridades que os medicamentos não chegam? É assim que as autoridades pretendem maquinar uma guerra civil? Porquê? Stefan Lanka vai desenvolver este assunto no seu próximo artigo. Uma coisa é certa, o medo faz adoecer as pessoas.

No início de Agosto os media informaram que fora desenvolvida uma vacina na América. Uma vacina contra um vírus que ainda não existia. No fim de Julho, foi apresentado aos cientistas um vírus baciliform que diziam ser o vírus da gripe das aves.

É como se, amanhã, apresentassem pessoas com duas cabeças e ninguém se preocupasse com isso; que ninguém perguntasse surpreendido: «O que é isto, de onde apareceu, como foi possível isto acontecer?».

Já em Outubro de 2004, produziram medicamentos virustatikum e, segundo o plano da pandemia da Áustria, determinaram a posologia. Medicamentos esses que devem ser administrados contra algo que ainda não existe, nomeadamente, o vírus humano, que ainda se tem de desenvolver do tal vírus das aves.

Medicamentos que, na realidade, são quimioterapêuticos.

Tamanha loucura, e nenhum médico e nenhum cientista protesta contra a farsa, que contraria toda a biologia.

Foi comunicado, no Jornal da Noite, do dia 9.8.2005, que as autoridades e a OMS receavam que um (cientificamente não provado) vírus de influenza se ligasse a um  tal vírus da gripe das aves, produzindo desse modo um novo vírus humano, um vírus assassino.

Significa que já sabiam que não era o vírus da gripe das aves que faria a mutação mas que, com a ligação a um vírus da gripe, nasceria um vírus humano novo.

Mas esta informação é tão transparente como grosseira. Perante isto, a OMS e a industria farmacêutica presumiram que era preciso impedir, no Inverno, que o vírus da influenza – não provado cientificamente – se espalhasse pela população e que, consequentemente, era muito importante as pessoas se vacinarem contra a gripe, este ano. Isto contraria toda e qualquer lógica escolástica.

O Dr. Rasch, RKI, escreveu, já em 2002, que as mucosas da pessoa vacinada são povoadas pelo vírus vivo. Isto significa, segundo a medicina escolástica, que o vírus contido na vacina é espalhado pela população. Sendo assim, logicamente e segundo a medicina escolástica, não se pode assegurar uma protecção através da vacinação.

Esta loucura, este ataque à população que está a ser arquitectado, só pode ser evitado se muitas pessoas souberem o que se está a passar.

Só através da informação se pode evitar que a OMS, as autoridades sanitárias e a indústria farmacêutica sejam bem sucedidas:

Simplesmente através do facto de as pessoas não alinharem.

 

Que grande desgraça quando vejo o plano da pandemia!

de Dr. Stefan Lanka*

São os planos concretos para a preparação de um ataque de histerismo colectivo e de uma guerra civil, provocados pelo encenado pânico da gripe das aves, que me gelam a alma.

Conforme se pode ouvir nos media, os precursores do pânico, os autores da entidade americana do combate ao vírus, uma secção do Pentágono, os seus cúmplices da OMS e as nossas autoridades sanitárias, contam com 2 a 5 milhões de mortos só na Alemanha.

A ordem pública, a circulação e, consequentemente, o abastecimento vão-se ir abaixo, conforme o previsto, devido às medidas de quarentena e do clima de histerismo geral. As farmácias, onde a população apavorada imagina encontrar a pretensa quimioprofilaxia contra o vírus mortal, serão guardadas por militares.

Evidentemente, os idosos e os doentes que, além do medo enorme que vão sentir, não poderão receber os cuidados necessários e serão as primeiras vítimas deste pânico visado. A quimioterapia acabará com eles e demais pessoas enfraquecidas. Esta só será administrada de 5 a 30% da população com senhas de racionamento, pelas quais as pessoas apavoradas se vão bater na rua. Ai de quem, perante tudo isto, pense mal das pensões impagáveis, dos cuidados de saúde para idosos e da pirâmide etária.

Nós fazemos a nossa parte, em ponto pequeno, mas constante, para transformar esta loucura, a consequência lógica da capitalização da antibiose criminosa, no contrário, ou seja, em harmonia e na condição de um Estado de direito. Se as nossas e as vossas forças não bastarem para evitar a projectada guerra civil, esperamos que o crime organizado com código de honra – ao contrário do cartel-do-medo-e-farmacológico, que não tem qualquer honra – a máfia se lembre lançar no mercado pó branco (cocaína, etc.) em abundância e por um preço vantajoso, para salvação contra o vírus mortal da gripe das aves, afim de que o pânico projectado perca a força para uma guerra civil pela hipotética quimioprofilaxia.

Afinal, e agora a sério, só existe um medicamento eficaz que pode proteger contra a gripe das aves: Segundo dizia Emanuel Kant, a coragem de nos servirmos da nossa inteligência!

 

* O Dr. Stephan Lanka é um dos mais conceituados virólogos alemães. Descobriu o primeiro virus em água do Mar.


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