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de Karl Krafeld Em Julho de 2005 os media divulgaram a notícia do enlace iminente do (jamais provado) vírus da gripe das aves com o (jamais provado) vírus da gripe humana. A OMS divulga este aviso e, ao mesmo tempo, faz saber que a ligação do vírus da gripe das aves com um vírus humano resultaria numa epidemia (pandemia) da gripe, em todo o mundo. 30% dos alemães adoeceriam e centenas de milhar de pessoas morreriam só na Alemanha. Como não existe nenhuma vacina à disposição, os Ministros da Saúde estaduais encomendam (a custo do contribuinte) medicamentos quimioterapéuticos para protegerem a população contra este novo e muito mais perigoso vírus da gripe. Dado não ser possível arranjar estes medicamentos com a brevidade prevista, só vamos poder contar com o aparecimento mundial deste pânico OMS-gripe-das-aves, desta quimioepidemia planeada, na Primavera de 2006, na melhor das hipóteses. Werner Schnappauf (do CSU), Ministro da Saúde da Baviera, declarou na Revista Médica de 4 de Julho de 2005: “Já não se trata de saber se vai haver uma epidemia mundial, mas quando e com que força vai atacar”. De momento ainda não está certo se vai ser aplicada uma quimioprofilaxia compulsória em toda a Alemanha, ou apenas em alguns estados federais, como “providência para a profilaxia específica”, segundo o § 20 alíneas 6 e 7 da lei de protecção contra infecções (IfSG), como a quimioprofilaxia, segundo o § 2 nº. 10 IfSG. No §20, alíneas 6 e 7 IfSG não diz só que se pode tornar compulsório tomar “vacinas de protecção”, mas também “outras medidas da profilaxia específica”. “O direito fundamental da incolumidade física (artigo 2, parágrafo 2, norma 1 da lei constitucional) pode ser restringido nisso. A epidemia (idiotice) da gripe das aves é mais uma acção da actual autodestruição médico-industrial global da Humanidade, à qual Ivan Illich se referiu pela primeira vez, há 30 anos, no seu livro “A expropriação da saúde” (título actual: O Némesis da Medicina). Hoje, a auto-destruição da Humanidade é levada a cabo, sobretudo, pela OMS. Esta tendência progressiva para o auto-aniquilamento só pode ser vencida se os cidadãos com ânimo para viver exigirem aos seus governos que vigore o Estado de Direito. Esta tendência para a auto-destruição (estas tendências para o suicídio das nações industrializadas perante os povos do Terceiro Mundo) pode ser vencida na medida em que, na Alemanha, a lei constitucional não “vale” apenas como obrigatória, mas “é” mesmo obrigatória. A lei constitucional da República Federal da Alemanha não admite à ciência médica nenhum espaço livre para além do dever de veracidade. Até hoje, o estado (a política de saúde) concede este espaço aquém do dever de veracidade à ciência médica, a qual vende gato por lebre, que afirma um "pode ser" como "é", que agora afirma a união planeada entre o não provado vírus da gripe das aves com um não provado vírus da gripe humana. Fonte: klein-klein-verlag Lido: 8804
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