Infanticídio e crueldade para com os animais
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O infanticídio e a pior forma de crueldade para com os animais servem de prova para o vírus da gripe das aves

De Dr. Stefan Lanka

Um cidadão suíço escreveu às autoridades sanitárias do seu cantão e do país a pedir-lhes provas científicas sobre a existência do alegado vírus da influenza e provas sobre as causas da doença.

Ele recebeu do Dr. Markus Betschart, chefe dos serviços médicos cantonais do Cantão de St. Gallen, uma página de um texto impresso da Internet, sem qualquer bibliografia que podia ter permitido um controlo, e a cópia de uma recomendação para a prevenção contra a gripe, do Serviço da Saúde Federal, de Agosto de 2000, na qual também não era indicada qualquer bibliografia sobre o resultado do isolamento do vírus. O chefe da secção das doenças contagiosas do Serviço de Saúde Federal, em Berna, o Professor Doutor Pierre-Alain Raeber reconhece, porém, que tal como no caso de todos os vírus que a Medicina reconhece como existentes, “a primeira prova resulta das várias experiências, feitas passo a passo, não sendo assim possível reconduzir a primeira prova para um acontecimento único”. E ainda: “Mediante os dados existentes, podemos afirmar que a existência do vírus da influenza foi provada por volta de 1934”.

Portanto, está aceite que a existência do vírus foi provada. Se examinarmos todas as referências nos manuais citados, verificamos que não existe nenhuma prova da existência do tal vírus da influenza, nem existem fotografias do vírus isolado, e muito menos uma descrição das características dos seus elementos construtivos. Quem tiver lido a minha análise dos vírus na brochura informativa nº 1: Faz sentido vacinar? (2ª edição) e a revista bimestral nº 3/2005: Viver com Futuro, percebe por que não pode haver vírus que provocam doenças.

Os ignorantes perguntam:

O que é que fazem nos laboratórios para asseverar a existência do vírus da influenza?

Numa publicação de renome, em cujo título se fala do isolamento e das características de um perigoso vírus da gripe aviária numa pessoa, podemos ler o que foi feito (Characterization of an avian influenza A (H5N1) virus isolated from a child with fatal respiratory illness, SCIENCE 279, 16.1.1998, 393-395):

1997 foi o ano do pânico da gripe que a OMS encenou, em que o pânico generalizado devia levar à pandemia e que só foi travada devido à morte de Lady Di, a 31 de Agosto.

Em 1997, material de uma colheita da traqueia de um menino de 3 anos – que fora morto, em Hong Kong, devido à administração de quantidades exageradas de antibióticos, entre outros – foi misturado com células artificiais num recipiente de plástico. Dado que as células artificiais deixaram de ser diluídas e alimentadas, morreram.

Essa morte, que se dá automaticamente e sempre nestas circunstâncias, indiferentemente do que se junta às células artificiais, é depois apresentada como o isolamento de um vírus e prova da existência do mesmo. Um vírus não aparece em parte alguma, só a ligação, aliás, não ligação de partículas de albumina nas células artificiais mortas é utilizado como critério de diferenciação com outros vírus asseverados.

Uma prova directa de um vírus, o isolamento deste e a determinação da sua composição, não aparece em parte alguma. Em vez disso, apenas são aplicados processos de prova indirectos, que não foram aferidos, em parte alguma, num vírus ou numa estrutura viral.

Esta mistura de células artificiais moribundas é bombeada em grandes quantidades, através da traqueia e/ou do nariz, para o pulmão dos frangos que, em consequência disso, acabam por sufocar, algo que os nossos cientistas, as nossas autoridades sanitárias e, sobretudo, os nossos jornalistas apresentam como prova dos perigos destes alegados vírus da gripe aviária. Exames microscópicos, e outros, dos órgãos e tecidos desses frangos sufocados – que em nada se diferenciam dos demais frangos que foram submetidos a exames microscópicos e morreram – são apresentados como prova da acção mortífera dos vírus da gripe das aves.

A pessoa que de nada suspeita pergunta:

O que é que fazem nos laboratórios para determinar o perigo que estes vírus da gripe das aves representam para o homem?

Na publicação acima indicada podemos ler como, em 1997, o ano do pânico da gripe das aves, os médicos mataram um rapazinho e como, descaradamente, querem fazer crer que, através dele, isolaram o perigoso vírus da gripe das aves, H5N1, do qual se afirma tê-lo morto. Encontramos a resposta noutra publicação importante, (Pathogenesis of Influenza A (H5N1) Vírus Infection in a Primate Modell, Journal of Virology, July 2001, 6687-91, Vol 75, Nr. 14) onde o Prof. Dr. Pierre-Alain Raeber, chefe da secção das doenças contagiosas do Serviço da Saúde Federal, em Berna, indica o vírus da gripe das aves como origem de uma perigosa doença no homem.

Ao tecido da traqueia do rapazinho de 3 anos que mataram (ver em cima) – ao qual adicionaram células artificiais – adicionaram mais células artificiais moribundas e declararam a mistura como isolado do vírus, e congelaram-na. Precisando, descongelam pequenas quantidades da mistura e adicionam-nas a mais células artificiais moribundas, dizendo que se trata de uma reprodução do vírus.

Como modelo humano para as experiências, que pretendem provar como o vírus da gripe das aves é perigoso, utilizam jovens macacos Macaca fascicularis que separaram dos pais. Estes macacos vivem normalmente em grupos estáveis de 20 a 70 membros nas florestas espessas das ilhas do sudeste asiático pesando, quando adultos, entre três (fêmeas) e seis quilos (machos).

30 dias antes da experiência da infecção implantam sondas de temperatura e emissores na parte inferior do corpo do macaco. 5 dias antes de os infectar com o alegado vírus da gripe das aves, os animais são colocados numa câmara de baixa pressão. A baixa pressão dificulta a respiração e ambas originam um pânico de morte. 4 ml da mistura das células artificiais moribundas, que é designada como isolada do vírus, é introduzida nos pulmões dos macaquinhos através de uma sonda. A sonda é colocada de maneira que o animal não consiga expeli-la através da tosse. Convertido para um adulto, seriam 80 ml de líquido, o que equivale a 8 copinhos de aguardente. 0,5 ml da mistura são injectados nas amígdalas e 0,25 ml na conjuntiva. Pouco antes de pretensamente serem infectados, de provocarem constantes ataques de sufocação através da administração de 4 ml de culturas de células moribundas por uma sonda  para a traqueia dos macacos, os animais são anestesiados e tiram-lhes sangue, algo que é repetido no terceiro e no quinto dia da dita infecção. São feitas frequentes colheitas no nariz e na traqueia dos animais, o que também provoca ataques de sufocamento. Também lhes fazem frequentes lavagens brônquicas que levam igualmente a maciços ataques de sufocamento.

Se os macaquinhos aparecerem com febre durante a fase da administração da solução, dos ataques de pânico, a sua respiração passa de 30 para 100 por minuto, se se mostrarem letárgicos, se perderem o apetite, se começarem a ficar roxos e não pararem de tossir, dizem que é uma prova de como o alegado vírus da gripe das aves é perigosa. Para que o cancro do pulmão, provocado pelo pânico de sufocamento, não se torne manifesto, os macaquinhos são mortos sete dias depois de alegadamente terem sido infectados.

Esta é a triste verdade sobre os alegados vírus da influenza. Os macaquinhos morreram e morrem para se criar uma paranóia de medo global que, a ser declarada, vai causar nas pessoas intimidadas, nos idosos e nos doentes sintomas idênticos aos ataques de sufocamento provocados aos macacos:

Os ataques de pânico tiram a respiração. O diabólico do actual plano da pandemia da influenza é que os ministros da saúde dos respectivos países limitaram muito a aparentemente salvadora quimioterapia da influenza e assim as lutas de distribuição, o que indica terem programado uma guerra civil.

Na realidade, nos planos pormenorizados da planificação da pandemia está previsto que os militares, entre outros, vão guardar as farmácias nas quais a maioria da população desorientada pensa encontrar medicamentos salvadores. Poderão ler mais sobre este assunto na nossa próxima edição de Viver com Futuro.

O medo derrota mais pessoas do que qualquer outra coisa no mundo.
Ralf Waldo Emerson (1803-82), filósofo e escritor americano

Se se irritar com alguma informação, se se sentir furioso ou frustrado, se passar a sentir ódio ou fúria contra certas pessoas, será você mesmo o único que receberá de volta essas emoções na forma de doenças. A sua fúria jamais atinge o outro. Por exemplo, um tal Sr. Bush pouco se interessa por saber se você se irrita com ele. Cada um é o criador dos acontecimentos da sua vida, portanto tenha consciência da maneira como pensa e no que diz.

Fonte: klein-klein-verlag


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