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Por Rainer Daehnhardt
(clique na imagem para aumentar) A dívida dos Estados Unidos da América ultrapassa, em valor, a soma de todas as dívidas públicas e privadas de todos os outros estados e cidadãos do mundo. É óbvio que é impossível o seu pagamento por caminhos ditos "normais". Ainda há poucos anos, a dívida da Federação Russa era considerada enorme (porém, incomparavelmente menor do que a actual americana). No entretanto surgiu a mão de ferro que a libertou dos seus sanguessugas. Não só pagou tudo o que devia como até acumulou novas riquezas, o que lhe permite fazer frente aos grandes desafios político-militares que se avizinham. Os EUA não têm esta possibilidade! Não existe a mão de ferro com vontade de os limpar dos seus sanguessugas. Estes tomaram posse do dinheiro e da informação e controlam assim a nação. Os EUA não têm esta possibilidade! Não existe a mão de ferro com vontade de os limpar dos seus sanguessugas. Estas tomaram posse do dinheiro e da informação e controlam assim a nação. Uma vez que o México, o Canadá e os EUA já há bastante tempo se encontram comercialmente interligados, surgiu agora a hipótese de espalhar a monstruosa dívida americana sobre os seus estados vizinhos. Nada melhor de que fazer isto com uma grande festa de "UNIÃO". Assim vai nascer a "UNION OF NORTH AMERICA". Juntam-se três que, basicamente, assumem a dívida de um, visto que as dívidas do México e do Canadá, com suas potências de petróleos ainda por explorar, não têm peso em comparação à dívida dos EUA (cujos poços, quase esgotados e de má qualidade, já não merecem crédito de peso). Uma união destas, com três nações com moedas diferentes, permite a instalação de uma nova moeda única para os três. A moeda proposta é o AMERO e o ano da sua introdução o de 2007. O aparecimento de uma nova moeda não exige apenas a retirada das três antigas, mas também a avaliação da nova. Este é precisamente o momento, onde se pode, desavergonhadamente, cometer a maior destruição de dinheiro alguma vez vista. Ao que parece, está a propor-se uma desvalorização do Dólar Americano em cerca de 90 %. Isto é facilmente visível pelas moedas do AMERO que estão a ser propostas. Uma de cobre de 20 AMEROS e uma de níquel de 100 AMEROS. Aproveita-se a ocasião para explorar também o mundo numismático, vendendo-lhes moedas comemorativas em Prata 999 e PROOF com a comemoração do 4º Centenário do estabelecimento da Colónia Britânica em JAMESTOWN-VIRGÍNIA. Que a preparação desta "UNIÃO" já começou há muito se tornou bem visível com a igualação das pautas aduaneiras entre o Canadá e os EUA. Na fronteira com o México, onde se vê uma cada vez mais crescente onda de emigração deste país para os EUA, nota-se um maior esforço político na sua legalização do que no impedimento da sua entrada. A queda destas fronteiras causará a ida em massa de mexicanos e outros, central ou sul-americanos, para os EUA e o Canadá. O desemprego, já enorme por causa da transferência de grande parte da indústria norte-americana para o Extremo Oriente, vai aumentar ainda mais. A oferta maciça de mão-de-obra barata não vai, sequer, trazer de volta as antigas capacidades de exportação norte-americanas. As consequências disto vão ser MUITÍSSIMO GRAVES! Lido: 10095
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