Pretende-se que o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros da RFA intervenha para salvar US-RAEL?
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Apesar da concentração de dinheiro e do poder nas mãos do lobby do costume, os poderosos não conseguiram evitar que surgissem novas potências mundiais sobre as quais não têm influência directa, aliás, é algo que perderam, tal como aconteceu na Rússia.

Sob a chefia de Vladimir Putin, o poder do lobby ancestral foi destruído e travado o acesso à política.

Agitados com medo do seu desmoronamento, as actividades do antigo lobby financeiro, na luta pelo poder global, tornam-se cada vez mais descontroladas e nervosas. Até agora o “Conselho de Relações Externas”, em Nova Iorque, era suficiente para garantir a conservação do poder global. O “Council on Foreign Relations”, na Park Avenue, actuava por isso sozinho como “governo mundial secreto”.

Contudo, tornou-se visível o iminente desmoronamento do poder mundial do lobby. Aliás, isso foi algo previsto pelos financeiros lúcidos, há mais de dez anos. “Efectivamente, inúmeros dirigentes advertem para os sinais de perigo visíveis no horizonte e à possibilidade de combate organizado e de enfrentar um longo período de decadência.” (Jewish Chronicle, London, 1.11.1996, p. 5)

O financeiro de “private equity” hebraico, que há anos causou a repentina queda das moedas asiáticas, gostaria de alterar, mais uma vez, o rumo do destino. Ele financia um “governo secreto da UE” igual ao “governo mundial secreto”, em Nova Iorque. A versão europeia chama-se: “European Council on Foreign Relations”. O Chefe do “governo secreto da UE” deverá ser o activista de lobby Joseph Fisher, antigo Ministro dos Negócios Estrangeiros da Alemanha Federal. Uma injecção financeira ajudou o antigo arremessador de bombas incendiárias e mutilador de polícia a fundar uma firma consultora chamada “Joschka Fisher Consulting” que ficará associada ao “Council”. Esta ”firma consultora” anexou um  laboratório de ideias que quer fazer furor: o European Council on Foreign Relations... actuando graças ao generoso financiamento do mecenas milionário hebreu.” (SZ, 2.10.2007, p 1)

Este “laboratório de ideias” europeu não passa de uma instituição de guerra do lobby do sistema financeiro mundial em luta contra a nova Rússia. “Fischer, que não esconde o seu distanciamento da Rússia e critica abertamente as ligações económicas do seu antigo chefe, o ex-chanceler Gerhard Schröder, vai apresentar um estudo com o recentemente criado “Council” segundo o qual a Europa tem toda a razão para estar ciente... que a UE é superior à Rússia.” (SZ, 2.10.2007, p 1)

Pela primeira vez, Joseph Fischer dá a conhecer as suas origens e a sua linha. Desde que a França tem como Presidente o judeu Nicolas Sarkozy, que mais parece um coelhinho da Duracel (segundo definição do Spiegel), Fischer dá rapidamente a conhecer nos media o seu objectivo. Com um esforço conjunto dos lobbies, ele gostaria de restabelecer e preservar o antigo poder mundial para sempre: “Segundo Fischer, para esta unidade europeia é preciso ter um peso maior na NATO, motivo pelo qual ele tanto se regozija com o anunciado regresso da França à estrutura de comando da Aliança, anunciado pelo Presidente Nicolas Sarkozy. Ele pode ganhar muito com a política clara do Eliseu.”(SZ. 2.10.2007, p 1)

Além de Joseph Fischer, muitas figuras ilustres do sistema do lobby mundial, tal como o director hebreu do Fundo Monetário Internacional (FMI), também pertencem ao governo secreto da UE do financiador globalista.

Actualmente, Vladimir Putin é o inimigo número um do lobby hebreu. Desde a II Guerra Mundial, é o único estadista que protegeu o seu país contra a influência nefasta deste lobby e o seu programa globalista. Uma tarefa ousada e um empreendimento perigoso. Não será para admirar que, já em Julho de 2004, a chefia do lobby tenha exigido que Putin fosse obrigado a comparecer perante um tribunal criminal internacional: “Advogados ocidentais estão a examinar como podem pedir contas ao governo russo e aos monopolistas, em tribunais internacionais. No caso de Yukos, fala-se do London Court of International Arbitration como um possível tribunal competente.” (Welt, 5.7.2004, p 15).

Já por este motivo, Vladimir Putin não pode renunciar ao poder na Rússia. Os poderosos do lobby injectariam milhões de euros nos canais da política russa para criar novos vassalos com os quais tentariam levar Putin perante um tribunal escolhido por eles.

O ex-chanceler Gerhard Schröder encontrou-se numa situação identicamente perigosa. Joseph Fischer, na primeira parte das suas memórias “Os anos vermelhos-verdes”, descreve o abismo que existia entre Schröder e o lobby por  altura do governo vermelho-verde. Na retrospectiva, o lobby de Fischer mostra-se “horrorizado com o ‘distanciamento emocional de Schröder, em relação à Europa’.“ Fischer condena severamente o “cepticismo europeu por motivos nacionais e a indiferença quanto às resoluções das Nações Unidas, de Schröder.” (Welt, 5.10.2007, p 2)

Gerhard Schröder despreza secretamente o lobby, se não, não teria uma relação tão amistosa com Vladimir Putin. Quando Schröder foi eleito Chanceler, em 1998, ele queria, de facto, libertar o povo alemão das garras do lobby e arrancar-lhe o cilício. Em total desconhecimento da situação e com uma total ingenuidade de novo Chanceler, queria transformar os alemães num povo de cabeça erguida: “Todos os Chanceleres imaginam que iniciam uma era nova. Schröder, porém, deixa ouvir um outro tom e pratica um outro estilo... Com um tom convencido, reclama a uma Nação adulta a consciência do valor do seu povo; e deixa entender a sua hesitação quanto a um monumento ao Holocausto... Os vizinhos europeus terão de se habituar ao facto de a Alemanha já não se deixar subjugar pela má consciência”... Acabou a submissão, inicia-se uma ‘segunda libertação’ da Alemanha? No seu discurso sobre os objectivos do governo, sob o lema “Porque acreditamos na força da Alemanha”, o Chanceler fala da auto-confiança de uma nação adulta que não se deve sentir nem superior nem inferior a ninguém”. (Spiegel, 49/1998, p 31;37;41) Rapidamente o lobby acabou com a ideia de libertar o povo alemão. A RDA está estruturada em lobbies, assim, em tempo normal, não é possível haver um golpe de libertação como na Rússia.

Schröder entrou definitivamente em colisão com o lobby ao mostrar abertamente a sua inabalável amizade para com o Presidente Putin, quando poderosos criminosos hebreus foram expropriados e presos. Desde a II Guerra Mundial que nenhum estadista se atrevera a praticar uma política tão corajosa como o Presidente Putin. E Schröder defendia essa política. É compreensível que o lobby estivesse fora de si de ódio e de raiva. Schröder deve ter sido condenado pelos círculos secretos, já nessa altura. O deputado americano Tom Lantos, descendente de hebreus húngaros, atestou a enorme fúria do lobby. “Lantos declarou que gostaria de designar o ex-Chanceler Schröder como ‘prostituto político’, mas não queria ofender os prostitutos”. (spiegel.de, 12.6.2007)

O Presidente Putin salvou o amigo Gerhard Schröder, após este perder o cargo de Chanceler, ao colocá-lo num cargo de peso na Gazprom. Schröder passou a ser o chefe do Concelho Fiscal do “North European Gas Pipeline”, que faz parte da Gazprom, um trust do Estado russo. Porém agora, pouco antes do fim do seu mandato como Presidente, Putin tem de consolidar a permanência do seu poder, na Rússia, para não ser vítima do lobby. Mas, acima de tudo, Putin quer garantir a sua política de liberdade para o próximo século.

Quando, em 1 de Outubro de 2007, Vladimir Putin foi nomeado candidato do partido “Rússia Unida” para o cargo de Primeiro-Ministro, ele comprometeu-se quanto à sua futura política. Putin prometeu afastar o resto dos oligarcas de todas as camadas do Estado. Não só prometeu “ o total extermínio do terror”, como também “a limpeza dos oligarcas das altas esferas do Governo”. (spiegel.de, 1.10.2007) Na Rússia, todos sabem quem são os oligarcas.

Esta promessa recorda o início da sua presidência, em 2000. Um porta-voz de Putin disse que o criminoso Boris Beresowski ( com dupla nacionalidade: russa e israelita ) era “ uma bactéria que habitava num corpo que se estava a decompor, mas que morria quando o corpo se recompunha e se curava.” (Jewish Telegraph Agency, 2.4.2000)

Será, portanto, lógico que o lobby queira destruir, com todas as suas forças, a Rússia de Putin. O Ocidente não pode ganhar uma guerra militar aberta, sem ele próprio ser eliminado da face da terra. Também não adianta o lobby cercar cada vez mais a Rússia com as suas forças da NATO.

Pelos vistos, Joseph Fischer é empregue, por indivíduos poderosos como uma arma milagrosa contra a Rússia e o Presidente Putin, para travar o despertar do mundo não lobbyista. Porém, nem esta revolta das comunidades de combate hebraicas terá sucesso. Com Putin no poder, será praticamente impossível reconquistar a Rússia. Mas o pior para o lobby é que Moscovo detém os trunfos do tempo. A Rússia tem as reservas de energia sem a qual a Europa sucumbiria.

Como estratégia de sobrevivência, antigos lobbyistas inveterados do sistema da RFA aconselham que a RFA se volte para a Rússia e vire as costas ao lobby. O antigo chefe da célula de planeamento no Ministério da Defesa Federal, o vice-almirante Ulrich Weisser, “era apologista de uma colaboração estreita com a Rússia. ...Weisser aconselhou uma pareceria mais intensiva com a Rússia”. Jacques Schuster, colunista hebreu internacional, deu um grito de indignação perante esta evolução e balbuciou: “Muitos cumprimentos de Rapallo.” (Welt, 1.10.2007, p 9) Para melhor compreensão: em 16 de Abril de 1922, a Alemanha assinou, em Rapallo, no Norte de Itália, (à margem da Conferência da Economia Mundial, em Génova) um acordo com a Federação das Repúblicas Socialistas Soviéticas para se libertar do estrangulamento do Ocidente.

Na verdade, o povo alemão ficou empobrecido e destruído pela matraca do globalismo. A antiga moeda dos alemães, o Marco alemão, foi destruído, o novo já nada vale. Quase que só se paga salários de escravo, a reforma não está garantida, já não falando em cuidados de saúde convenientes. Por ordem do lobby e dos seus vassalos, o país foi invadido e penhorado por milhões de estrangeiros. Os alemães estão a ser empurrados de lado no seu próprio país. Foi o que os apoiantes da RFA conseguiram. E apresentam esta catástrofe com orgulho como o “saldo positivo “ do seu trabalho.

Não é para admirar “que os alemães estejam revoltados. E esta fúria não se dirige apenas contra a Administração americana, a Casa Branca ou o Presidente Bush. Os alemães estão zangados com os americanos em geral. Apenas 38% acham que é desejável Washington desempenhar um papel de chefia no mundo... A maioria dos alemães considera os Estados Unidos um país bélico que atenta contra o meio ambiente, que, com uma falsa piedade, quer converter o mundo às suas ideias imperialistas e capitalistas. Quem não obedece vai para Guantánamo.” (Welt, 1.10.2007, p 9)

Os alemães não estão zangados com os americanos em geral, segundo Schuster quer fazer crer. Os alemães descobriram, entretanto, quem manda e quem governa os EUA. Schuster e os seus sócios estão em pânico por a maioria dos alemães ter descoberto as mentiras dos vencedores e dos seus vassalos da RFA, após mais de cinquenta anos: “Às vezes, até chega a parecer que as gerações de hoje não perdoaram a vitória dos americanos, em 1945.” (Welt, 1.10.2007, p 9)

Desde as mentiras dos “libertadores” - que tiveram de proteger com o Direito Penal - se terem tornado públicas, surgiu entre os alemães uma enorme ânsia por um mundo limpo, um mundo com menos mentiras. Começou a actuar um novo espírito liberto das mentiras impostas pelo governo. A mentira mundial mais recente refere-se à pertença retoma e ao jorrar das receitas fiscais. Por isso, o novo espírito dos alemães “anseia por um futuro diferente noutras alianças.” (Welt, 1.10.2007, p 9)

Então começa a arte da chutzpah (lata) de Schuster. Ele reprova que os alemães prefiram virar-se para um país como a Rússia, em vez de se regozijarem com a “liberdade” proporcionada pelos perseguidores de opinião, que determinam o que pode e não pode ser dito. “Desde o início da década de ’90 a liberdade vai perdendo terreno nas sondagens, a favor da igualdade e da segurança social”, lamenta Schuster. Segundo ele afirmou, em 2003, “quanto à pergunta do Instituto Allensbach sobre o que é mais importante a liberdade ou a segurança social, apenas 36% dos alemães ocidentais e 24% dos alemães do Leste são a favor da liberdade”. (Welt, 1.10.2007, p 9)

Sr, Schuster, isso é um disparate hebraico. Criou-se um clima de medo, na RFA. Uma palavra errada e vai-se parar à cadeia. Que liberdade é que os alemães hão-de estimar, na RFA, onde todos os anos 100.000 pessoas são perseguidas devido a uma opinião oficialmente classificada de errada? Na RFA, já ninguém se atreve a “abrir a boca”. As pessoas sentem-se encarceradas numa cadeia orwelliana ao ar livre. E para cúmulo, Sr. Schuster, as suas bênçãos globalistas descem sobre os alemães a quem o senhor transformou em pobres. É com esta situação, que chama “liberdade”, que quer que os alemães se regozijam? Será chutzpah (lata) a mais, Sr. Schuster.

Os alemães preferem alguém como Vladimir Putin que derrotou o globalismo do lobby e tornou a dar aos russos uma sensação agradável de segurança. “Ao olhar para a América, a Rússia não tem nada má aparência para os alemães”.” (Welt, 1.10.2007, p 9)

Desde que as mentiras propagandistas dos vencedores foram descobertas, os alemães sabem para onde querem ir. O liberalismo do lobby dos financeiros ancestrais é visto por eles como uma política e uma forma de vida “que só podem trazer coisas más...A globalização e a frigidez da sociedade.” (Welt, 1.10.2007, p 9)

Sim, os alemães olham para Vladimir Putin cheios de esperança. Querem uma aliança com a Rússia dele. Ao contrário dos representantes do lobby dos financeiros sentem que nenhum ódio lhes virá deste homem. Vladimir Putin vê os alemães da mesma maneira que o conhecido escritor russo Fjodor Dostoiewski: “O traço mais característico, mais essencial desse orgulhoso, especial e grande povo consiste, desde o seu aparecimento na História, em que jamais quis unir-se ao Mundo Ocidental, nem ao seu destino, nem aos seus princípios.” (Welt, 1.10.2007, p 9)

Estamos perante as maiores convulsões do planeta de há séculos. O mundo antigo está a desaparecer, o lobby está a consumir-se e surge um mundo novo. Não admira que os grandes jogadores financeiros e os seus sócios tentem alterar o rumo de novo. Aplicam milhões do dinheiro que roubaram ao mundo e enviam os seus fiéis mentirosos, como, por exemplo, Joseph Fischer, para a frente dos media. Porém será em vão. A ânsia das pessoas pela verdadeira liberdade é maior do que o medo do terror da vossa “liberdade”.

(Fonte: NATION JOURNAL, 10.10.2007)


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