|
|
|
Porque é que os sonhos dos governantes são os piores pesadelos da Humanidade A espera terminou, a alegria antecipada tornou-se realidade – chegou o Endgame de Alex Jones e com ele chegaram mais munições para a guerra de informação. O filme é uma nova visão dos planos a longo prazo da elite, aquilo que eles são na realidade e por que motivo o futuro da Humanidade poderá ser decidido ainda durante as nossas vidas. Endgame é o ponto alto de anos de pesquisas na História e demonstra por que motivo os governantes do mundo estão tão obcecados por controlar, dominar e escravizar a Humanidade, por que motivo querem exercer o poder só por amor ao poder, como as autoridades continuam a centralizar tudo em direcção a um governo mundial sem piedade e qual o aspecto da sua “solução final”, que é a redução da população mundial. O filme indica a maneira como decorrerá essa tirania, através das misteriosas “Georgia Guidestones” (pedras orientadoras da Georgia), cuja mensagem pretensamente provém de representantes de uma organização secreta chamada Rosa Cruz. Nela é exigida uma religião mundial, um tribunal mundial e a redução da população mundial para 500 milhões. Com a actual população mundial, isso corresponderia a um extermínio de mais de 5,5 mil milhões de pessoas. As pedras chegam à conclusão de que os homens não passam de um tumor canceroso na Terra que, consequentemente, devia ser extirpado para se obter o equilíbrio com a Natureza. A nova elite que gostaria de explorar esta escravização global é, na História da Humanidade, pura e simplesmente, a última geração de uma longa fila de tiranos e dos seus impérios que ambicionam a hegemonia mundial. O facto de os poderosos sempre terem tentado subjugar os outros é uma verdade evidente e facilmente comprovada, mas que é frequentemente esquecida no meio da insensatez, do narcisismo, da superficialidade e da busca do divertimento que reina actualmente. Endgame mostra como as famílias de banqueiros de elite, como os Rothschild, sempre conseguiram estar um passo à frente e moldar o futuro, na medida em que na guerra financiavam ambos os lados. Eles empregavam os seus conhecimentos prévios para assumir o controlo da economia e dos governos, lançando assim os fundamentos para o estabelecimento de um governo mundial. A documentação explica então como foram estabelecidas as duas facções do governo mundial – a Fabian Society, um movimento intelectual socialista, na Grã-Bretanha, e o fascismo (“nacional-socialismo”) em Itália e na Alemanha – e como o General Smedley Butler descobriu um plano dos fascistas que lhes possibilitaria a tomada do poder, na América, com a ajuda de uma enorme greve geral a nível nacional. O filme mostra o nascimento das Nações Unidas e a revelação magistral do secreto Grupo Bilderberg que, graças aos esforços dos media alternativos e de jornalistas veteranos como Jim Tucker e Daniel Estulin, teve de renunciar ao seu bem resguardado anonimato. Alex Jones entrevistou Tucker e Estulin exaustivamente por ocasião do seu encontro, em 2006, em Ottawa, no Canadá. O véu fascinante do secretismo que, apesar da crescente atenção dos media, o Grupo Bilderberg continua a tentar lançar sobre os seus encontros, é documentado na medida em que Tucker e Estulin explicam como toupeiras no interior do grupo fazem chegar cá fora a lista dos participantes e as agendas, porque também eles se revoltam com a quantidade de planos ilegais que são forjados nas reuniões e com o desprezo dos Bilderberg por todos os que não fazem parte da elite. Estulin explica que o Grupo Bilderberg governa o mundo através de um processo chamado “método sistémico” no qual a Terra é dividida em áreas diferentes e onde colocam os seus homens à cabeça da respectiva instituição que rege a parte correspondente do mundo. Foi através deste método que, sob a capa de acordos comerciais, o Grupo Bilderberg pôde reunir os vários países numa União Europeia. O mesmo processo será agora aplicado ao Canadá, EUA e México que serão conglobados na União Norte-Americana (NAU), embora com a oposição da população da América do Norte. Esta oposição confrontar-se-á com um Estado policial brutal, mediante o crescente emprego das forças militares no país. Endgame desvenda como a elite tenta dominar os adversários da sua agenda, através do estabelecimento de uma estrutura de lei marcial. Serão criadas “disposições executivas” para combaterem as “insurreições internas”, e para tal o Presidente George Bush estabelecerá oficialmente uma ditadura. Endgame demonstra que a tirania é a regra e por que motivo os governos sempre foram e sempre serão os maiores assassinos de todos os tempos – desde Hitler, passando por Stalin e Mão, já não falando nos genocídios no Uganda, no Camboja, na Guatemala, no Ruanda e na Turquia. Além disso, mostra que a China comunista, através da eliminação das opiniões contrárias, da intolerância nas questões religiosas e da terrível recolha de órgãos dos prisioneiros políticos, continua a ser o modelo para a tirania global, algo que a elite tentará transplantar. A fundamentação científica para a tirania serve como desculpa para a elite tratar as pessoas como se fossem cobaias. Esta mentalidade está por detrás do advento do ideário eugénico do século XIX. Endgame relata a maneira como as tendências malthusianas para eliminar os pobres se transformam em social-darwinismo que acaba por se transformar em programas de eugenia e de vigilância genética, devido aos quais certos cidadãos americanos foram compulsivamente esterilizados ao longo do século XIX. Endgame mostra como a família Rothschild levou a eugenia para a Alemanha, na medida em que financiou o Kaiser-Wilhelm-Institut que, mais tarde, se transformou num dos pilares importantes da ideologia nazi, quanto a uma super raça do Terceiro Reich. Após a queda dos nazis, os principais eugénicos foram protegidos pelos Aliados, enquanto os partidos vencedores lutavam para ver quem usufruiria da sua “ciência” no pós-guerra. Depois são examinados os comentários de elitistas de hoje que exigem, abertamente, a “redução” (normalmente aplicada a animais doentes) da população mundial, através do genocídio de massas, de epidemias e de vírus. Neste contexto, invocam os avisos de Aldous Huxley que os oligarcas no poder garantiriam, através das técnicas avançadas da medicina e da farmacologia, que a população mundial “apreciaria a sua vida de escravo”. Endgame documenta inúmeros exemplos nos países em que agentes patogénicos e vírus mortais, armas radiológicas e biológicas são testados na população, e sem o seu conhecimento, para assim fazer avançar o processo eugénico. Um exemplo vergonhoso é as crianças afectadas por tinea corporis que, qual cobaias, foram expostas a doses letais de raios radioactivos, por funcionários da Saúde israelitas, das quais morreram 6000, enquanto as restantes ficaram com doenças gravíssimas para o resto das suas vidas. A seguir, para além das palavras ocas de Bertrand Russell, que defendia as vacinas para provocar lobotomias químicas e criar uma população de zombies submissa, são examinados os crescentes casos de autismo, nos EUA, como também as cada vez mais numerosas vacinas prescritas para bebés e crianças pequenas. Endgame salienta a National Security Study Memorandum 200, um documento de estratégia geopolítica, criado por Henry Kissinger, que visava 13 países onde tencionavam reduzir drasticamente a população, através da escassez de alimentos, a esterilização e a guerra. O papel de George H. W. Bush, na sua qualidade de conselheiro para a China da política de 1 filho por família e a esterilização compulsiva das mulheres nativo-americanas também são apresentados como prova para o empenho eugénico da elite. Endgame demonstra claramente como o mito do aquecimento global, provocado pelo Homem, é exagerado pelos media para, consequentemente, se alcançar um controlo neo-feudalista. As pessoas terão de ficar convencidas de que todas as acções devem ser regulamentadas pelo Estado para com isso salvar o planeta, enquanto as verdadeiras crises do ambiente são ignoradas. Endgame termina com um olhar para o futuro e analisa o campo do transumanismo. Este é mais um cavalo de Tróia criado por eugénicos que deverá servir para conseguir a redução da população global, na sequência da criação de uma nova raça dominante bio-aperfeiçoada. Entretanto, o resto da Humanidade é deixado para trás na lama, destinado a ser eliminado. Finalmente, regressamos às pedras da Georgia e à “missão sagrada” da elite: a população terá de ser dizimada para que só reste uma camada inferior escravizada, que será obrigada a viver no limiar da pobreza em cidades totalmente controladas, enquanto os senhores superiores gozam um espaçoso paraíso na Terra e, com a ajuda de tecnologias que prolongam a vida, se transformam em super seres. Endgame desvenda o sonho de longa data da elite e explica o motivo por que este será um pesadelo para o resto da humanidade, se não nos erguermos agora e nos defendermos dos sistemas de controlo que estão a ser instalados em nosso redor para transformar o nosso planeta numa prisão. Vejam agora Endgame, em inglês aqui. Lido: 4675
Powered by AkoComment Tweaked Special Edition v.1.4.6 |
|||||||||