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Outubro 2008 Caros inspectores escolares nacionais e regionais e políticos responsáveis, caros estrangeiros! Se NÓS já não pudermos dizer "Grüss Gott" (Deus o salve), só há uma alternativa: VOCÊS têm o DIREITO de abandonar a Áustria, se já não gostarem de aqui estar! Também nós devíamos acordar lentamente, na Áustria! Linz: (OÖ): No início das aulas (em Setembro de 2008) os alunos de Linz foram informados pelos seus professores como se devem comportar na sociedade: Têm de cumprimentar as pessoas, têm de dizer "por favor" e "obrigado", resumidamente, têm de ser educados e atenciosos. Também lhes foi dito que a habitual saudação utilizada na Alta-Áustria "Grüss Gott" (Deus o salve) já não podia ser usada, visto que podia "ofender" os seus colegas muçulmanos (sic). Como cidadão comum, não há nada a acrescentar a isto, a não ser abanar com a cabeça. Eu nem posso acreditar. Contudo, é verdade! Podem perguntar nas escolas primárias de Linz! NÓS DIZEMOS QUE SÃO OS EMIGRANTES E NÃO OS AUSTRÍACOS, ALIÁS, OS ALEMÃES QUE SE TÊM DE ADAPTAR! Estou farto de ver como esta nação se preocupa se não estaremos, por acaso, a ofender um qualquer indivíduo ou a sua cultura! A maioria dos austríacos apoia o nosso país com patriotismo. Mas estamos a ouvir constantemente vozes "dos círculos politicamente correctos" a dizer que receiam que o nosso patriotismo possa ofender os outros (sic). Existem algumas coisas que os recém-chegados – e pelos vistos os aqui nascidos também – deviam ficar a saber: a ideia da Áustria como comunidade multicultural só levou, até agora, a uma diluição da nossa soberania e da nossa identidade nacional. Nós, austríacos, temos a nossa própria cultura, a nossa ordem social, a nossa própria língua e o nosso estilo de vida. Esta cultura desenvolveu-se, ao longo de séculos, de batalhas, experiências e vitórias de milhões de homens e mulheres em busca da liberdade. Nós aqui falamos alemão e não turco, inglês, espanhol, árabe, chinês, japonês, russo, albanês, vietnamita, ou outra língua qualquer! Assim, se quiserem passar a fazer parte "da nossa sociedade" (sic) façam o favor de aprender a falar alemão! A nossa divisa nacional é "Em Nome de Deus". Não é um qualquer slogan político de um qualquer partido de direita. Escolhemos esta divisa por terem sido homens e mulheres cristãos que fundaram e desenvolveram este Estado, segundo princípios cristãos. Portanto, não será despropositado manifestarmos isso colocando um crucifixo nas paredes das nossas escolas! Se se sentirem ofendidos por Deus, sugiro que escolham um outro lugar no mundo para viver porque o Deus dos cristãos faz parte da nossa cultura alemã. Se o crucifixo nas escolas os ofender, ou se não gostarem da fé cristã, deverão seriamente pensar em mudarem-se para outro canto do Planeta – ele é suficientemente grande. Nós sentimo-nos felizes e satisfeitos com a nossa cultura e não temos a mínima vontade de mudar. Além disso, é-nos totalmente indiferente como as coisas são no vosso país de origem. Este é o nosso Estado, o nosso país e o nosso estilo de vida. Concedemos-lhes de boa vontade a possibilidade de desfrutarem connosco de tudo isto, bem como do nosso bem-estar. Mas, se apenas souberem reclamar, queixar-se e insultar a nossa bandeira, a nossa religião, a nossa divisa nacional e o nosso estilo de vida, sugiro veementemente que aproveitem uma das outras liberdades fantástica que temos. Nomeadamente "O DIREITO DE NOS ABANDONAR, SE ISTO NÃO LHES CONVIR." Se não se sentirem felizes aqui, da maneira como as coisas estão, vão-se embora! Se não se sentirem felizes aqui, da maneira como as coisas estão, vão-se embora! Se não se sentirem felizes aqui, da maneira como as coisas estão, vão-se embora! Nós não os obrigámos a vir aqui! Foram vocês que nos pediram para ficar! Portanto, por favor, aceitem o país que VOS aceitou! No fundo, é simples, quando pensam no assunto. Não é? Se encaminharmos este texto aos nossos amigos (e aos nossos inimigos), mais tarde ou mais cedo, os "reclamadores" também o receberão. Indiferentemente das vezes que o receberem, reencaminhem-no a todos os que conhecem. (Este apelo é de uma jovem professora na Alta-Áustria) Nota: Dado que muitos estrangeiros (mesmo depois de habitarem há 40 anos no país) não falarem alemão, sugerimos que se traduza este apelo para a língua dos respectivos estrangeiros para eles compreenderem qual é o fito da maioria da população (sic). Turco, curdo, árabe, língua beber, farsi, iraniano, francês, russo, servo-croata, romeno, albanês, chinês, vietnamita, tailandês. Políticos vermelhos baniram os crucifixos das instituições infantis 30.10.2008. Linz: Segundo a decisão dos políticos municipais vermelhos, os jardins infantis, as creches e os berçários devem estar limpos de crucifixos, para não se privilegiar qualquer crença religiosa. O ÖVP está indignado. Fonte: "Oberösterreichische Nachrichten" (Linz) Lido: 2704
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