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Por Rainer Daehnhardt Quem observar um pouco as publicações científicas e afirmações de palestrantes saídos das escolas e instituições ligadas aos pretendentes da Nova Ordem Mundial, chega à conclusão que estamos num momento crucial. Ou seguem as directivas dos últimos capítulos dos Protocolos e diminuem drasticamente a população mundial, ou desistem dos seus instintos insectóides, perdendo séculos de preparação, recolhem-se à sua insignificância e deixam a natureza decidir o futuro do ser humano neste planeta. Quando membros dos Bilderberger abertamente usam terminologia como esta: «We have to get rid of the unnecessary eaters!» fica óbvio o seu cumprimento aos PROTOCOLOS bem como aos GEORGIA GUIDESTONES (ver também em: American Guidestones ou Os Dez Mandamentos Insectóides – http://www.grifo.com.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=217&Itemid=64). Aí dizem específicamente: 1º MAINTAIN HUMANITY UNDER 500.000.000 IN PERPETUAL BALANCE WITH NATURE! 2º GUIDE REPRODUCTION WISELY – IMPROVING FITNESS AND DIVERSITY! E quem é que desejam abater para diminuir a população mundial de 6 mil milhões para meros 500 milhões? (O simples facto de haver quem planeie pormenorizadamente a morte de 5,5 mil milhões de seres humanos, já é demais para a compreensão da maioria, porém uma realidade!). Onde mais pormenores destes planeamentos são revelados é nos PROTOCOLOS, primeiro publicados em russo por Sergius A. Nilus em 1901. Traduzidos para o inglês por Victor E. Marsden entraram na Bristish Library em 1906 sob o título: The Protocols of the meetings of the Learned Elders of Zion. Obra violentamente atacada como “falsa”, tem o mérito de, mesmo pegando apenas na edição de 1934 e comparando com o que desde então aconteceu, a nível mundial, se notar “estranha coincidência”. Os PROTOCOLOS dão-nos dicas bastante precisas em relação aos abates. Genericamente são não apenas escolhidos os que consideram opositores ou inconvertíveis, mas também todos os ingénuos, que durante décadas para eles trabalharam e que se tornaram dispensáveis, ou até inconvenientes. Incluem neles seguidores de religiões, governantes, políticos, militares e até membros de ordens secretas. Falei com Richard Wurmbrand, um pastor luterano alemão-romeno, de uma comunidade de Siebenbürgen, que passou 14 anos nas prisões de Bucareste. Em dada altura colocaram na sua cela um jovem estudante romeno, que não conseguia compreender o mundo. Por ingenuidade infantil, tinha feito tudo para que a sua facção política tomasse o governo, o que veio a acontecer. Pois fora este mesmo governo que o mandara prender e interrogar! Disseram-lhe que ele tinha sido preparado para derrubar um governo o que até fez e muito bem. Agora porém, eram eles os governantes e, por isso, devia compreender que eles, como novo governo, não podiam permitir que existisse alguém que já tivesse demonstrado capacidade de derrubar um governo. Acabou por ser fuzilado com todos os seus camaradas que o tinham ajudado no golpe. Esta é uma das características da forma de pensar e actuar dos insectóides, que nada têm de humano. O autor Thomas Barnett, denominado por especialistas em análise político-militar “O Clausewitz dos globalistas”, escreve abertamente sobre a lógica da globalização, exigindo que esta: «MANDE MATAR» (pág. 282 da obra: Der lezte Akt-die Kriegserklärung der Globalisierer de Richard Melisch) «todos os opositores à Nova Ordem Global Mundial». Lido: 3192
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