Globalismo trai Serviços Militares
Imprimir

Por Rainer Daehnhardt

Parece absurdo que países, que nunca tiveram o serviço militar feminino, empurrem agora as suas jovens para a eventualidade do seu emprego em Forças Armadas.

É claro que tudo isto aparece disfarçado sob o manto de igualdade de direitos e deveres e oportunidades de acesso a profissões, com remuneração imediata.

É de notar, que não são os países ditatoriais, que mais se destacam nesta tarefa, mas as autoproclamadas “democracias”. Umas, entre elas, receberam ordens neste sentido, incluídas em pacotes de exigências do FMI, para acederem a empréstimos. Outras escorregaram nesta direcção, por simples ingenuidade, uma tendência, ainda não criminalizada e punível, mas de grande perigo.

Tenho quatro filhas portuguesas e não concordo com o eventual desperdício das suas vidas em zonas de conflito, que nada têm a ver com a pátria portuguesa.

Ao mesmo tempo, são cada vez mais os países que anulam o serviço militar obrigatório. Os seus políticos optam por exércitos profissionais, em muitos casos recrutados entre mercenários estrangeiros, que em nada se identificam com o país que deviam defender.

No Iraque, por exemplo, supostamente evacuado pelo exército americano, encontram-se grandes exércitos de mercenários não iraquianos, a soldo dos Estados Unidos da América, a cumprir ordens e tarefas “ianques”.

A história ensinou-nos que, nos momentos cruciais, a mente do combatente é de maior importância do que a sua arma, por muito sofisticada que seja. Quem se vir na necessidade de defender a sua pátria, família ou fé, inventa uma arma na ocasião e nada o faz parar.

Porém, os mercenários são meros prestadores de serviços, que os cumprem enquanto lhes agradam os benefícios. Se os pagamentos não chegarem, revoltam-se com facilidade. Se alguém lhes oferecer mais, não está excluída a hipótese, de se virarem contra os seus antigos comandantes. Muitos impérios caíram por entregarem a sua defesa nas mãos destes combatentes. Basta ler um pouco para se chegar a esta conclusão. Mas quem é que admite ter de aprender? Os mesmos erros repetem-se passados milénios.

Hoje, chegámos ao fundo do barril da ignorância. Não sabemos; não queremos apreender e submetemo-nos a organizações secretas que, elas mesmas, nem sequer sabem por ordem e interesse de quem foram lançadas, como uma praga sobre a humanidade.

Leiam “os Protocolos” ou os “GEORGIAGUIDESTONES” (http://www.grifo.com.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=217&Itemid=64). Os Mandamentos da Nova Ordem Mundial são bem explícitos!

Por detrás de tudo isto há uma linha de orientação, que pretende não apenas anular todos os exércitos nacionais, mas substituí-los por massas humanas, masculinas e femininas para abate.

A queixa mais ouvida dos soldados do CEP (Corpo Expedicionário Português, 1916-1919), enviados para as trincheiras da Flandres, foi: “Não fomos para ganhar ou defender seja o que for. Tiraram-nos das nossas aldeias e atiraram connosco para um inferno de granadas, lama e ratos. Sentimo-nos CARNE PARA CANHÃO!”.

Falei com alguns que sobreviveram a esta guerra que era para ser A ÚLTIMA, mas não foi.

Pesquisando, agora, o que se passa por detrás do serviço militar feminino e a anulação dos exércitos nacionais, só vejo a tentativa do cumprimento da diminuição drástica da população mundial como alvo a atingir.

Como dizem os “insectoïdes”: “We have to find more ways to get rid of these useless eaters! There is too much human cattle on this planet!”. (Devemos encontrar outras formas para nos livrarmos de famintos desnecessários! Há gado humano a mais neste planeta!”).

DÁ QUE PENSAR!


Lido: 3204

  Comentários (1)
1. 1 comentário ( Globalismo trai Serviços
Escrito por vera sisielo, em 30-09-2010 09:20
Tenho dó das crianças nos tempos de guerra que se aproximam, porque se um dia se lembrarem de globalizar os serviços militares, onde ficam as crianças............ 
O pai vai para a guerra,a mãe também, assim como quase todas as mulheres da família. E as crianças como não poderão ficar com as pessoas mais idosas da família, irão para departamentos do Estado 
Poderão pensar que será numa situação extrema, quase a raiar o ilusório, mas observando a História, nunca estivemos tão expostos a essa situação tão pouco provável como agora. 
Crianças desprotegidas dependentes do Estado que nessa altura será o grande caridoso ou o grande Pai, substituto de Deus na Terra 
Formará as crianças então de modo a prepara-las para a assustadora sociedade do futuro. Independentes, calmas se afastarão dos padrões de todas as sociedades, mesmo daquelas onde se imagina A PAZ mágica que irá redimir o ser humano. Será conveniente para o Estado, uma nova ordem formada e então desde a infância, que aprenderá sempre a obedecer e nunca questionar pela vida fora.  
Espero que se deixarmos arrastar a essa situação in extremis, os Anciães, se valerão da sua grande força: a palavra e se esquecerão de todos achaques, todas artrites passando aí a lutar pela vida sem comentários políticos, mas com acção da vontade de mudar o que estiver mesmo errado 
Obrigada pela pequena frase no fim do seu texto " Dá que pensar"

Escreva um comentário
  • Por favor, faça um comentário relacionado apenas com o artigo.
  • Os comentários serão validados pelo administrador antes de aparecerem no site.
  • Evite erros ortográficos e/ou gramaticais.
  • Ataques verbais e/ou pessoais não serão publicados.
  • Não utilize os comentários para fazer qualquer publicidade.
  • Se preferir, não necessita de indicar o seu e-mail.
  • Caso tenha indicado um código de validação errado, faça *Refresh* para obter um novo.
Nome:
E-mail:
Página Pessoal:
Título:
Comentário:

Código:* Code
Pretendo ser contactado por e-mail caso haja futuros comentários

Powered by AkoComment Tweaked Special Edition v.1.4.6
AkoComment © Copyright 2004 by Arthur Konze - www.mamboportal.com
All right reserved

 
Fechar janela