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«Precisamos combater juntos o perigo do novo eurocepticismo. Isto não é o monopólio de alguns países», disse. «Em qualquer país membro, existem pessoas que acreditam que o seu país pode sobreviver por si só num mundo globalizado. Isto é mais do que uma ilusão, é uma mentira». Van Rompuy e outros burocratas da UE estão preocupados com o aumento da influência dos grupos de eurocépticos, como o britânico UKIP, na Grã-Bretanha, para além da Alemanha e Holanda. Ele crê que o novo nacionalismo se baseia no medo. «O grande inimigo da Europa de hoje é o medo. O medo leva ao egoísmo, o egoísmo leva ao nacionalismo e o nacionalismo leva à guerra», disse. E para coroar seu discurso, acrescenta: «a era dos países homogéneos já passou». O parlamentar britânico da UE, Dan Hannan, o qual está contra a presença do seu país na União, rebateu a afirmação, que os países não poderiam sobreviver por si só, com um humor seco: «A Noruega e a Suíça parece que conseguem, de alguma maneira, manter a suas condições, com um nível de vida mais alto do que qualquer outro país da União. Nos últimos anos, nenhum destes países esteve envolvido em qualquer guerra», disse. Nigel Farage, o líder do UKIP, favorável à saída da Grã-Bretanha da União Europeia, disse: «Rumpy Pumpy é incapaz de governar. Este homem é uma catástrofe muito bem paga, que quer o desaparecimento do nosso país. As nações não desaparecerão, pois são o espelho da vontade dos seus povos. A UE nada contra a corrente da história. O número de países no mundo aumenta constantemente». Obviamente, esta marionete dos Bilderberg tem um enorme receio em relação ao aumento das vozes contrárias à UE. Mas isto não é surpresa, pois há quem queira participar neste Moloque antidemocrático e ditatorial ou ingressar nele. Esta união de países, que estão perante a falência, vai desmoronar em breve e o Euro também. É sustentada, por ora, graças à injecção maciça de dinheiro proveniente da Alemanha. Quando os teutónicos fecharem a torneira, ou porque finalmente acordaram ou porque simplesmente não podem pagar mais, então é finito para a UE. Afirmar que os países não podem sobreviver por si só ou o retorno aos Estados Soberanos seria «um mau nacionalismo», que leva à guerra, é de uma suposição vergonhosa e, isso sim, é provocar medo nas pessoas. A UE é uma construção defeituosa e deve acabar. Foi criada apenas para benefício dos grandes conglomerados globais e não para os cidadãos. A estes não foi perguntado se queriam a UE ou o Euro. Tudo isso foi imposto e forçado à população europeia. E, agora, este quero-ser-presidente diz que os países já não existem, que devem desaparecer e um novo super-Estado aparecerá. Estas declarações de Van Rompuy são, por si só, audaciosas, pois este não tem qualquer legitimação para falar pela Europa. Quem o elegeu? Ninguém. Não tem qualquer mandato e muito menos o direito de dizer como a Europa se deve constituir. Foi colocado no seu recém-criado posto pelos Bilderberg. É um zé-ninguém que ninguém conhece, que não se submeteu a qualquer sufrágio. Deveria manter-se calado. Para além disso, apenas mostra o seu pânico, pois se a UE deixar de existir, então perderá o seu principescamente pago e inútil cargo, com todos os correspondentes privilégios. Oops, enganei-me na figura acima. Pode acontecer, pois Herman é muito parecido com o Golum. A UE é o atalho para a bancarrota da Europa. Fonte: Alles Schall und Rauch, 11/11/2010.Lido: 11463
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