H5N1: Cientistas responsabilizam políticos por “crime contra a população”
Perante a ameaça de uma campanha de vacinação compulsiva na Alemanha, imposta pelo governo como forma de prevenção a uma eventual pandemia da gripe das aves, a comunidade científica voltou a unir-se para “desmascarar” aquilo que denomina como um crime contra a população. Embora os actuais argumentos sejam muito idênticos aos que levaram à suspensão de uma campanha idêntica em 2003, mas contra a varíola, desta vez foi acrescentado um novo argumento de peso: “Como se pode ser vacinado contra um vírus que não existe?” O texto que se segue é um resumo de uma petição feita ao Parlamento alemão, que quanto muito obriga-nos a repensar nas obrigações e responsabilidades que a classe política deve ter para com os que os elegeram.
As declarações sobre a gripe H5N1 contradizem em inúmeros pontos tudo aquilo que nós cientistas jamais aprendemos. É totalmente cretino imaginar que os vírus podem cruzar-se, não existe nenhum relatório científico sobre a descoberta, não existem imagens, não existem provas obtidas com os mais avançados microscópios electrónicos, etc. Como especialista tenho de partir do princípio que este vírus não existe, e que possivelmente se trata de uma arma biológica desenvolvida nas pesquisas militares. Dado que a vacina Tamiflu está a ser produzida por uma empresa americana que trabalha com o Exército, esta suspeita confirma-se cada vez mais. Parece-nos claro que o objectivo é espalhar armas biológicas sob a forma de vacinas em países inimigos e concorrentes para prejudicar as populações e, ainda por cima, para se lucrar com isso. Em doenças provocadas por vacinas, contam-se entre os 200 e os 300 casos de gravidade média por cada 10 mil habitantes. Isso significa, por exemplo na Alemanha, que com uma população de 82 milhões surgirão 2,4 milhões de pessoas com doenças de gravidade média, com febre, vómitos, inflamações, meningite, etc. Para os combater, vão-se prescrever quantidades maciças de antibióticos (que de nada servem contra os vírus), algo que, por sua vez, será um negócio gigantesco. O nosso sistema de Saúde poderá desmoronar-se e a nossa economia seria terrivelmente sobrecarregada. Curiosamente, em 2003, a Ministra da Saúde, Frau Schmidt, queria vacinar toda a população alemã contra a varíola. Essa vacinação compulsiva foi suspensa devido a uma campanha de contra-propaganda maciça. Por que será que precisamente esta Ministra continua em funções? Naquela altura, e segundo os dados fornecidos pelo seu Ministério, no dia 21 de Janeiro de 2003, foram encomendadas 100 milhões de doses de vacinas contra a varíola. Que interesses defende esta mulher? De há uns anos para cá, as autoridades alemãs e a OMS têm vindo a advertirem-nos sobre os perigos de epidemias provocadas por vírus. Estas campanhas de propaganda aumentaram nos últimos meses, nomeadamente na televisão alemã. Em inúmeros documentários médicos e filmes de ficção científica o assunto é apresentado de forma terrível. Nos filmes, estes cenários de horror nunca são epidemias naturais, mas sim provocados por empresas farmacêuticas ou por fugas, intencionais ou não, de laboratórios militares. Com esta carta aberta, queremos fazer frente à histeria colectiva que está a ser montada. Pesquisas extensas na Internet, em vários países, e uma correspondência exaustiva com médicos, cientistas e políticos alemães responsáveis demonstraram que não existem provas da existência nem da mutação deste vírus. Nem as autoridades e institutos de pesquisas conceituados conseguiram apresentar ainda provas científicas da sua existência.
Para já, e embora tenham sido encomendadas milhões de doses de vacinas pelo governo, a campanha de vacinação compulsiva na Alemanha está suspensa. Já não somos obrigados, por enquanto, a mandar vacinar os nossos filhos ou animais. As pretensas medidas governamentais contra a epidemia da gripe das aves seriam brutais. Falta a prova da existência do vírus e da sua associação à doença. Entretanto as leis da Protecção Animal foram violadas, pois, centenas de milhar de animais foram massacrados durante a campanha de “medo”.
Quem quer provar a veracidade dos testes, como se fazem e qual o seu objecto de estudo? Ninguém, além dos que o desenvolveram. Por exemplo, onde é que foram desenvolvidos e publicados os métodos e os resultados científicos dos testes sobre este vírus? Presumivelmente em sítio algum por se tratar de um “segredo industrial”. Para se poder desenvolver um teste de anticorpos destes, seria preciso infectar pessoas ou animais de uma dada raça com um vírus específico (provado por um microscópio electrónico) e fazer testes bioquímicos, de preferência análises de ADN, e ter à disposição a reacção das pessoas e dos animais. Tudo isto demoraria, talvez, um ano, mas quem é que tem culturas de vírus desses? Todo o sistema de pesquisa bioquímico tornou-se tão independente que é possível enganar qualquer espectador da maneira que quiserem. E como é que os vírus, que dizem cultivar em embriões de galinha, se vão desenvolver nos homens? Todos os vírus são biochips com dados. Só para se ter uma ideia, vamos dar um exemplo. Tentem abrir um CD-Rom com o programa Word, ou o Lotus em PDF. Não é possível. Acontece o mesmo na bioquímica. Perante isto, vamos-nos resumir aos factos: Facto: Até hoje, não existe qualquer prova científica sobre a existência do H5N1 nem muito menos da sua mutação. Facto: Fomos informados que aves moribundas, infectadas com o vírus, voam da Ásia até à Turquia. Elas contaminam precisamente as aves dos curdos que têm de ser abatidas. Depois, as aves moribundas voam até à Turquia, onde contaminam mais algumas aves, e seguem o seu curso até à Alemanha. Aqui passam pela Baviera e demais regiões e vão morrer ao Mar Báltico. É curioso que morram todas aqui e que não sigam caminho até à Escandinávia. Será porque, por lá não se colocou a hipótese de uma campanha de vacinação compulsiva? Facto: Devido ao medo da epidemia, a economia dos países mais pobres e “impopulares” é arruinada. Grande parte desses países precisam da criação das aves para o povo sobreviver. O seu turismo é destruído e o terreno é preparado para a venda dos produtos das grandes cadeias alimentares internacionais. Facto: Países em vias de desenvolvimento vêem reduzido o seu poder de compra, os seus governos endividam-se na aquisição de medicamentos às multinacionais farmacêuticas, é-lhes exigida a aplicação da tecnologia médica ocidental. Destrói-se a sua medicina milenar, bem como as explorações domésticas de animais, base de alimentação destas pessoas, que consequentemente adoecem. Ao exterminar as pequenas criações, reabilitam-se as grandes explorações de gado e de agricultura biológica (com manipulação genética de espécies), com mão-de-obra mais barata. Facto: Redução da população em países “impopulares”, por exemplo, através de campanhas de vacinação em África. Trata-se de experiências em massa com seres humanos. Facto: A República Federal da Alemanha é um Estado mercenário dos Estados Unidos. Aqui nada acontece que não tenha sido acordado pelo Governo norte-americano. Não é por acaso que as invenções das epidemias e das ditas vacinas “protectoras” provêm dos Estados Unidos. Facto: Muitos dos que são contra as vacinas acusaram os políticos responsáveis de serem mentirosos e de estarem a infringir as leis. Em nenhum destes ataques os políticos ripostaram com processos jurídicos, dado que seria necessário provar em público se as acusações correspondiam à verdade, ou não. Facto: O que se pretende é vacinar todo o povo alemão. Já em 2003 tentaram vacinar os alemães contra a varíola. Na altura, fizemos tanto barulho que foram obrigados a anular a campanha. Hoje, tal como naquela altura, foi a nossa Ministra da Saúde que anunciou a campanha, depois de ter encomendado 140 milhões de vacinas provenientes dos Estados Unidos para nos vacinar contra o H5N1. Facto: Será interessante saber que o maior accionista do laboratório que produz o Tamiflu é o secretário de estado norte-americano para a Defesa, Ronald Rumsfeld. A Roche apenas detém a licença de fabrico. Facto: Não é de se excluir que no futuro as guerras decorram sem o emprego explícito de armas. Uma desastrosa explosão nuclear é muito eficaz, mas outros métodos também o são. Nomeadamente, quando o inimigo não repara que está a ser agredido. Os países atacados financiam esta guerra para o seu próprio aniquilamento. Antigamente, os países invadidos eram primeiro aniquilados e depois explorados. Hoje, vendem-nos as armas, ficam com o dinheiro e nós matamo-nos. É genial!
Não esperamos que acredite em tudo isto. Nem é nosso objectivo fazê-lo acreditar. Pelo contrário, gostaríamos que investigasse as nossas afirmações. Não faça juízos, limite-se a investigar. Todos devemos ter o direito e o dever de nos informarmos a fundo para salvaguardar a nossa vida e a dos nossos, moldando-a segundo os nossos interesses pessoais. As pessoas interessadas nas fontes destes temas podem contactar-me em
Extracto da Petição ao Parlamento Alemão Professor Doutor D. Harald Alke. Biotécnico de Microbiologia.
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