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Por Rainer Daehnhardt A numismática – desde de há dois milénios e meio expressão de soberania demonstrada em forma simbólica – conhece bem o significado da origem deste símbolo. Hoje porém, Portugal é o último Estado-nação a demonstrar que tem a coragem de “remar contra a maré” ao usar o símbolo da cruz cristã nas suas moedas. De forma subtil, todos os outros países abdicaram deste símbolo. Hoje, já nem as moedas do Vaticano mostram a cruz cristã. As lutas levadas a cabo a nível internacional contra qualquer presença do feitio da cruz atinge exageros incompreensíveis. Os arquitectos de um estado do Médio Oriente vêem os seus projectos automaticamente chumbados caso proponham janelas com uma cruz divisória. Um juiz americano ordenou à cidade de San Diego, na Califórnia, a retirada de uma cruz de nove metros de altura do Memorial dos Caídos da Guerra da Coreia, com uma multa diária de cinco mil dólares caso não o fizessem, justificando que a presença da cruz ofendia os seguidores de religiões não cristãs. Uma organização de veteranos desta guerra acabou por levar este caso ao Supremo Tribunal dos Estados Unidos da América, que decidiu autorizar a manutenção do memorial com a presença da cruz. Contudo, poucos sabem o que está por detrás desta luta. “Bush-pai” deferiu, ainda na qualidade de Presidente dos Estados Unidos da América, uma ordem que dedica (desde 1991) um dia do ano à memória do Rabi Schneerson. Nesta ordem executiva presidencial reconhece-se que "a cultura americana se baseia nas leis ancestrais noéticas". Esta pequena menção num documento considerado secundário pode esconder uma sentença de morte para milhares de milhões de seres humanos, já que a 1ª dessas leis noéticas (que nada têm a ver com os Dez Mandamentos) ordena «que seja decapitada qualquer pessoa que tenha consigo ou em sua casa um símbolo da cruz ou qualquer outra forma de representação de uma fé religiosa que não seja a de Javeh!». A Igreja Católica tem conhecimento desta aversão, ou talvez mesmo do medo, que algumas pessoas têm ao símbolo da cruz, e utiliza-a inclusivamente em exorcismos. Diversos cultos satânicos utilizam a cruz invertida, demonstrando desta forma não ter medo dela. Ordens secretas retiram as cruzes das moedas e bandeiras nacionais, substituindo-as pelas estrelas de cinco pontas (da magia negra de Satanás) tentando apanhar um comboio de reconvertidos. Autointitulam-se descendentes da “cultura judaico-cristã” (algo que nunca existiu) pensando que desta forma não serão sentenciados à morte, caso o Governo Mundial de facto se instale e estabeleça a aplicação das leis noéticas. Tanto Medo da Cruz PORQUÊ ? Fonte: American Free Press, 17/07/06, entre outras. Lido: 2832
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