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Por Rainer Daehnhardt O incutir do pânico é uma arma conhecida desde a mais remota antiguidade. Trata-se de um estado de espírito nascido do medo do desconhecido que leva ao bloqueio do raciocínio, tornando todo aquele que por ele é atingido numa presa fácil. A ameaça, o medo e o pânico são o tridente da mentira. Esta, incapaz de se manter em pé por força própria, necessita destes companheiros combatentes para se impor à verdade. Sempre com receio de serem desmascarados assopram todos no grande balão da mentira para a propagandear como se de uma realidade se tratasse. Muitos que dela se aproveitam enchem o mesmo balão, tornando-o cada vez maior. Assim a mentira paira sobre as nossas cabeças como se de uma campanha publicitária se tratasse. A sua dimensão e a adesão em massa, porém, não nos devem enganar. Trata-se apenas de uma mentira, algo perigoso por só se manter vivo enquanto não for desmascarada como tal.
É o medo da pequena abelha que com seu ferrão facilmente pode esvaziar o maior dos balões. Há séculos atrás, enchiam-se as igrejas com esculturas e pinturas do purgatório para causar medo. A simples ameaça do mesmo levou muita gente ao pânico, julgando-se salvas ao subjugar-se a uma hierarquia nem sempre bem intencionada. Quem não mostrou ter medo da morte nem do purgatório, acabou por ser condenado como herege. E hoje? Não se serviu o Governo Nacional Socialista da Gestapo como arma de ameaça, medo e pânico? Não se serviu o bolchevismo das suas polícias políticas para se "libertar" de eventuais não seguidores, ao ponto que imensos preferiram o suicídio a cair nas suas mãos? Não se serviram os serviços secretos combinados dos Estados Unidas da América, da Grã-Bretanha, de Israel e do Paquistão já de comprovadas mentiras em relação à queda das Torres Gémeas de Nova Iorque e de pistas comprovadamente falsas em relação à existência de armas de destruição maciça e de tantas outras ameaças ? Por que razão lhes devemos dar atenção agora com os supostos planos de ataques a aviões? O medo do desconhecido, de eventuais ameaças, o terror do pânico não são mais do que ferramentas da mentira! O que pretende a mentira? Quem está por detrás dela? Talvez uma parte dum discurso de Henry Kissinger, em Evian-Les-Bains (França) de 1991, nos esclareça: "Hoje a América ficaria indignada se tropas das Nações Unidas entrassem em Los Angeles para restaurar a ordem: mas amanhã estarão gratos! Isto será especialmente verdade se lhes for dito que existe uma ameaça vinda de fora, tanto faz que seja real ou promulgada, e que coloca a nossa existência em risco. Será então que todas as pessoas do mundo irão pedir para se verem livres desse mal. Se existe alguma coisa de que o homem tem medo é do desconhecido. Quando confrontados com este cenário, os direitos individuais serão voluntariamente postos de parte em troca de uma garantia do seu bem estar, que lhes poderá ser dada pelo Governo Mundial".
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