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"Toda a Verdade passa por três fases. Primeiro, é ridicularizada. Segundo, é violentamente atacada. Terceiro, é aceite como evidente" Schopenhauer |
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Opinião
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| A Rosa Mística e a Terceira Missão |
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Por Eduardo Amarante É nos momentos difíceis que o Português revela o que de melhor tem dentro de si. Quando, por todo o mundo, o Papa e a Igreja são ferozmente atacados, Portugal acolhe com a sua proverbial hospitalidade e, mais do que isso, com o seu coração místico, Bento XVI, dando testemunho vivo da sua genuína espiritualidade e da sua grandeza de alma. Quando os outros vilipendiam e enterram, Portugal eleva e glorifica. Com a visita Papal, Portugal recebeu de Bento XVI uma inestimável mensagem de esperança, mas também deu a Sua Santidade todo o seu fervor místico, assente na sua natural vocação humanista e universal. Num mundo cada vez mais globalizado no materialismo, Portugal reafirmou a contra-corrente de um espiritualismo que se quer universalista. É um reduto de esperança num mundo que se desmorona sem fé e sem crenças. Bento XVI, ainda no avião e antes de pousar em solo lusitano, assinalou que o maior inimigo da Igreja e da Fé cristã reside no seu próprio seio e também disse explicitamente que o perdão cristão não substitui a justiça, condenando inequivocamente as nódoas pecaminosas de ovelhas transviadas. Comentários (6) | Lido: 497
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| Aos mortos da Guerra do Ultramar |
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Por João José Brandão Ferreira – [TcorPilAv (ref.)] As últimas campanhas militares ultramarinas portuguesas – ultramarinas porque se desenrolaram em terras onde os portugueses se estabeleceram além-mar – tiveram início no Estado Português da Índia, em 1954, quando se reforçou aquele território militarmente, por a ameaça assim o justificar; continuaram em Angola com o deflagrar do terrorismo, em 1961, e na Guiné e Moçambique, respectivamente em 1963 e 1964, com o início da guerrilha. Pelo caminho ficou a mesquinha ocupação da fortaleza de S. João Baptista de Ajudá, pelo Daomé, em 1 de Agosto de 1961 – facto de que já ninguém se deve lembrar – e o reforço de todos os restantes territórios, como precaução, havendo a registar uma séria alteração da ordem pública, em Macau, em 1966, no auge da revolução cultural maoísta. Directa ou indirectamente ligados a todos estes eventos, foi ainda necessário intervir ou fazer face, aos acontecimentos resultantes da secessão do Catanga, entre 1960 e 1963; à guerra do Biafra, entre 1967 e 1970 e ao bloqueio do canal da Beira, por parte da Inglaterra a partir de Janeiro de 1966, na sequência da independência unilateral da Rodésia. Na Metrópole europeia teve ainda que se fazer frente, a partir dos anos 70, a um conjunto de atentados violentos e propaganda subversiva, por parte de algumas organizações clandestinas de orientação comunista e que visavam protestar e, objectivamente, prejudicar o esforço de guerra em que a nação estava empenhada. Comentários (4) | Lido: 317
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Um grito de alerta Por Rainer Daehnhardt* Ao observador atento não passa despercebido que os Estados Unidos se preparam para a possibilidade de novas guerras a nível externo e interno. Caso tal aconteça, e tudo assim o indica, não vai ser uma nova Guerra Civil entre uma União de Estados do Norte e uma Confederação de Estados do Sul. Vai ser algo muito diferente. Os Governos distanciaram-se de tal modo das populações, cujos interesses deviam defender, que o divórcio parece inevitável e violento! Comentários (1) | Lido: 746
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Por Eurico Ribeiro A época sombria em que vivemos tem sido paradoxalmente um motor de esperança e virtude do aparecimento de muitos indícios que levam à redescoberta do país onde nascemos, dos nossos antepassados e das verdadeiras potencialidades que possuímos. Como portugueses que somos, descendentes da “ínclita geração”, espero que sejamos merecedores de levar por diante a missão à qual por destino nos encontramos ligados. Estou de acordo quando se fala da letargia e da falta de esperança que tem assolado o povo Português, eu próprio passei por esse sentimento que durou alguns anos, cujos efeitos espero saber ultrapassar. Esse foi o tempo necessário até compreender o que realmente somos e valemos como povo milenar. Comentários (4) | Lido: 985
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| Porque devemos sair da União Europeia? |
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Por João José Brandão Ferreira TCor.PilAv.(ref.) “A Pátria não se escolhe, acontece. Para além de aprovar ou reprovar cada um dos elementos do inventário secular, a única alternativa é amá-la ou renegá-la. Mas ninguém pode ser autorizado a tentar a sua destruição, e a colocar o partido, a ideologia, o serviço de imperialismos estranhos, a ambição pessoal, acima dela. A Pátria não é um estribo. A Pátria não é uma ocasião. A Pátria não é um estorvo. A Pátria não é um peso. A Pátria é um dever entre o berço e o caixão, as duas formas de total amor que tem para nos receber.”Adriano Moreira, in O Novíssimo Príncipe Quando se construíram os mísseis com ogivas nucleares, por ex., nunca ninguém se lembrou que um dia se poderia chegar a acordo em destruí-los. Parte deles, entenda-se. Verificou-se, então, que desmantelá-los era uma operação complexa e que exigia recursos financeiros elevados. De modo semelhante, quando se “inventou” a Comunidade Económica Europeia (CEE), em1957, e passados estes anos todos, também ainda ninguém se interrogou sobre o que fazer se algum estado membro quisesse abandonar a União. Está na altura de o fazerem. Comentários (3) | Lido: 2194
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