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De Veronika Widmer As autoridades sanitárias, na Áustria e na Alemanha, planeiam uma guerra civil com a notícia de não haver medicamentos suficientes contra a pandemia da gripe para se poder salvar as pessoas. Na Alemanha, estão a armazenar virostáticos que, na realidade, são medicamentos quimioterapéuticos. Em Janeiro deste ano, as comunidades de Baden-Württemberg entregaram às autoridades os seus planos para postos de vacinação. Nestes postos, planeado logisticamente, será possível vacinar todas as pessoas que vivem na região, no prazo de 5 dias. Através da epidemia da gripe divulgada nos media, estes planos recebem agora uma cobertura realista, dado que atrás da quimioterapia vem a vacina contra o alegado vírus da gripe das aves, mas que ainda tem de se mutar em vírus da gripe humana. O fantasma ficou agora retratado.
Parece que o alegado vírus da gripe das aves H5N1, que até agora trataram como um fantasma, foi encontrado no maior lago de água salgada da China e apresentado pela imprensa. O lago foi encerrado aos visitantes e instalaram postos de quarentena e postos de exame médico. A imagem tirada por um microscópio electrónico do alegado vírus da gripe das aves (H5N1), não passa na realidade de componentes de células mortas. Foto: CDC Qualquer leigo que se tenha debruçado sobre o tema do isolamento dos vírus repara que esta imagem não pode tratar, sequer em teoria, de vírus isolados e cientificamente provados. Leiam as informações sobre o isolamento de vírus na brochura informativa nº 1: Faz sentido vacinar? (2ª edição) Na Áustria, as autoridades sanitárias conceberam um plano de pandemia que mais parece um livro policial mau. Falam de situações que se assemelham a uma guerra civil e que as farmácias terão de ser defendidas por militares contra os civis, por os medicamentos armazenados não chegarem para todos. Os médicos terão a difícil tarefa de decidir, nessa escassez de medicamentos, quem é ou não medicado. Chama-se a isso triagem. Hoje existem regras claras quanto ao serviço de salvamento, nomeadamente, que os primeiros a serem tratados são os que têm hipótese de sobreviver, apesar da gravidade dos seus ferimentos. A maneira como estas regras serão aplicadas numa pandemia provocada pelo medo e a quimioterapia, é evidente. A melhor e única protecção contra uma pandemia arquitectada seria a população não se deixar influenciar pela pandemia que espalha medo e pânico, urdida pelas autoridades sanitárias e a indústria farmacêutica. Logo veremos até que ponto a maioria da população está esclarecida. Fonte: klein-klein-verlag Lido: 1790
1. A quimioterapia real e imposta Escrito por Carlos Portugal, em 15-05-2008 21:55 Um facto curioso - e assustador - é a OMS ter imposto protocolos de tratamento de quimioterapia - quer adjuvante quer de combate (?) à doença - em que todos os medicamentos têm de conter uma molécula à base de flúor. Como se sabe, a toxicidade deste metal pesado é idêntica à do arsénico e - surpresa - é altamente cancerígeno, para além de entorpecer por completo o cérebro do doente. Afinal, o tal processo já está em curso, de forma bem mais insidiosa. É assustador e criminoso, pelas implicações subjacentes. Cumprimentos. |
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