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PORTUGAL, experiência piloto à deriva?
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Por Rainer Daehnhardt

No final dos anos cinquenta, discutia-se no meio diplomático estrangeiro em Lisboa, quantos anos Portugal ainda teria para aguentar o seu Ultramar. A terminologia usada era, obviamente, a de “colónias”, embora que Portugal, já muito antes, as tivesse transformado em Províncias Ultramarinas. As excepções eram os Distritos das Ilhas Adjacentes e o Estado da Índia Portuguesa. Devo mencionar que é precisamente este último, perdido em 1961, por anexação forçada por um estado vizinho recentemente criado, a única parcela do antigo Portugal que ainda mantém grande parte das leis lusas.

Liderados pelos Estados Unidos da América, que ofereceram a independência à sua colónia, as Filipinas, em 1946, começaram a Grã-Bretanha, a França e a Bélgica a descartar-se das suas responsabilidades, com as suas colónias espalhadas pelo mundo.

Nenhuma destas potências assumiu um papel com estes povos da mesma forma com que Portugal se identificou com as populações indígenas das diferentes parcelas que integravam o Mundo Português.

Esta é a grande diferença, que ainda hoje não é compreendida por muita gente!

Diplomatas houve que chegaram a apostar caixas de espumantes, na convicção de que meio ano de caos interno nestes territórios chegaria para Portugal se retirar destes!

Um factor de relevo foi a descoberta de petróleo em Cabinda. Já não era apenas a situação estratégica no Índico e Atlântico, com grande peso na rota do petróleo vindo do Médio Oriente, que era colocada nos pratos da balança dos interesses globalistas, mas agora também a hipótese de comprar petróleo, a preços baixos, a organizações de “libertação”, devidamente orquestradas, financiadas e endividadas.

Um desses diplomatas orgulhou-se, mais tarde, de ter sido o autor da “Libertação de África dos Portugueses”. O seu dossier chamou-se “THE DEMOCRATIZATION OF AFRICA“ e causou milhões de mortos!

O Portugal da segunda metade do século XX era grande, rico e acordava cobiça. Não havia ódio colonial contra os portugueses nestes territórios. Este chegou de fora, nos anos sessenta e setenta, por organizações internacionalistas, algumas delas religiosas.

O Mundo Português não se perdeu no campo da batalha militar! Estas guerras deram-se com forças indígenas locais e forças da metrópole, lutando lado a lado, integrados até uns nos outros, contra o inimigo comum, que era nitidamente de fora ou a soldo de gente de fora.

O Império Português desmoronou por excesso de dimensão, falta de orientação e de oposição à coordenação internacional de forças ocultas. Estas, desde há bastante tempo, colaboram na aniquilação das nações, famílias e religiões. Assim, mais facilmente, podem instalar o seu Governo Mundial. Pretendem uma drástica diminuição das populações, visto não precisarem de tantos escravos. Para isso, manejam a alta finança a seu bel-prazer, lançando guerras, fomes e epidemias.

A ingenuidade geral da lusa gente, que não consegue acreditar que haja tanto mal no mundo, e a total ausência do conhecimento sobre o que se está a passar secretamente por detrás das cortinas da política internacional oficial, fez de Portugal uma presa fácil.

As pontas de flecha defensoras de interesses globalistas, desde há muito entre nós instaladas, chegaram a oferecer a Pátria de Nuno Álvares Pereira e Afonso de Albuquerque, como local ideal da instalação de experiências piloto.

Internacionalmente, precisava-se de um povo pequeno, de cariz europeu, para servir de cobaia, para diferentes planos de actuação. Parecia ser mais fácil observar numa nação de pequena dimensão, como a população responde quando confrontada com determinadas situações.

Assim, foi a Cidade de Lisboa, a primeira a ser sugerida para uma experiência piloto, tipo-chip, para todos os serviços de transporte marítimos e terrestres. Quando um jornalista descobriu esta “promessa” e a mencionou, numa altura em que, oficialmente, nada se devia saber, sofreu as mais graves consequências profissionais. De membro destacado da redacção de um dos principais diários lisboetas, passou a moço arrumador de arquivos, até a saúde se acabar.

Não é estranho que tenha sido nos Açores que se tenha iniciado a experiência piloto da introdução do Cartão Único?

Não é menos interessante verificar-se que Portugal foi escolhido como a primeira nação europeia para a introdução de um chip nas matrículas, que, entretanto, já se transformou num complexo sistema de localização permanente de viaturas?

Portugal também foi o primeiro a registar as suas galinhas, quando se lançou a histeria da suposta Pandemia da Gripe das Aves.

Agora é novamente Portugal o primeiro país a “querer” introduzir uma multa para quem transmitir a chamada gripe-suína. Estranhamente, não se trata de uma indemnização da pessoa atingida, mas de um benefício estatal, por aplicação de uma coima. Ou seja, uma pessoa dá uma bofetada a outra e um terceiro beneficia disso.

Apenas os Estados Unidos da América nos pretendem ultrapassar nesta “caminhada de loucos”. Querem introduzir a vacinação compulsiva (com pleno conhecimento de que a vacina é muito mais perigosa do que a doença), com uma coima de mil dólares por dia, aplicável a quem não se deixar vacinar!

Quem viajar pelo estrangeiro nota que é apenas em Portugal e nos Estados Unidos que se dão diariamente notícias ultra-alarmantes acerca desta pandemia.

Vive-se uma paranóia artificialmente criada para este efeito!

Será que se repetirá o que aconteceu em Portugal, em 1919, quando milhões correram às vacinas para se salvar da Gripe-Espanhola, acabando por morrer da vacina?

A minha avó foi uma delas!

Morria imensa gente e o meu avô tudo fez para conseguir a vacina. Finalmente foi-lhe possível adquirir uma dose. Chegava apenas para uma pessoa. A família sentou-se à volta da mesa da cozinha. Pai, mãe e as duas filhas, a mais velha delas a minha mãe. Tiveram de decidir quem é que havia de tomar a vacina! Decidiram que a pessoa que mais falta fazia na família era a minha avó, porque as duas jovens precisavam muito dela. A minha avó faleceu poucos dias depois em consequência da vacina. Isto passou-se em Lisboa em 1919, e agora?

Já fomos enganados com o 25 de Abril!

Fomos novamente enganados, com a suposta entrada na CEE! Nunca Portugal “entrou” na CEE! A CEE é que entrou em Portugal e perdemos imenso do que tínhamos (agricultura, pesca, vinho, siderurgia, etc.), para que firmas estrangeiras ganhassem concursos na construção de estradas, que mais serviram para a importação de produtos estrangeiros do que para a exportação dos nossos.

Fomos intrujados quando se transformou a CEE em CE e, mais tarde, em UE sem nos terem perguntado ou explicado devidamente o que isso significava.

Fomos roubados quando nos tiraram o Escudo, nossa moeda ancestral, cujo valor ainda se baseava nas 866 toneladas de ouro de garantia, mantida para este efeito pelo antigo regime, e nos deram uns papelinhos incobráveis quando alguém lá fora assim o decidir!

Quando nos passaram por cima, sem nos dar ouvidos, com a proposta de um Tratado, vergonhosamente chamado de Lisboa, que mais não é do que a perda da soberania nacional, fomos forçados à submissão voluntária a um sistema de comissários, tipo soviético e a aceitar a reintrodução da pena de morte!

Será que agora nos vamos deixar vacinar contra uma epidemia oriunda de laboratório militar (onde esteve guardada, como arma secreta, desde 1920)?

É um facto científico que os efeitos secundários das vacinas propostas são de tal maneira horrendos, que a simples proposta da utilização da vacina devia ser incriminada!

Será que a experiência piloto chamada Portugal, não anda um tanto à deriva, ao ponto que se torna vital, para a sobrevivência da lusa gente, que alguém acorde e ponha termo a isso?

O Santo Condestável ou Afonso de Albuquerque encontrariam solução!

Quero crer que os seus genes ainda se encontram bem patentes entre nós!

Espero que a memória da morte da minha avó, por ter tomado uma vacina assassina sem minimamente o suspeitar, ao menos sirva de exemplo, para que a ingenuidade e paranóia geral não anule, de novo, parte deste povo.

Algures há um limite!

Tenho cinco filhos portugueses e quatro netos e não quero que a nação perca nenhum por imbecilidade e prepotência de pessoas inqualificáveis, que causam a desgraça, pensando agir bem! Aproveitam-se da boa impressão geral que o público ainda tem da profissão médica. Como ninguém os pára, tornam-se, conscientes disso ou não, genocídas.

Não tenho dúvidas em afirmar que, no século XX, morreram mais pessoas por injecções desnecessárias, ou “remédios” assassinos, do que por balas e bombas.

Pena é que este factor não seja tido em conta, por parecer absurdo!

Porém, quando a vida, não apenas a de alguns, mas de famílias, povos, nações inteiras até, está a ser posta em risco, é um dever cívico chamar à atenção para um perigo iminente.

Bastou Portugal ter sido cobaia para experiências globalistas de teorias, supostamente liberais e democráticas, que destruíram mais do que edificaram.

Não se pode consentir agora que, por efeitos secundários de uma vacinação insegura, se diminuam as capacidades mentais de boa parte da lusa gente, em nova experiência piloto! 

Ver também: http://grifo.com.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=73&Itemid=34


Lido: 2705

  Comentários (2)
1. Venda do interior de Portugal às multina
Escrito por E. Ribeiro, em 25-09-2009 17:12
Falta agora referir a venda do interior de Portugal às multinacionais dos condomínios de luxo ou do turismo ecológico. 
Então vejamos os indícios: 
- Subsídios da EU para eliminar a agricultura, o que tornará o interior do país quase virgem de qualquer actividade humana, aumentando o valor dada a pureza dos recursos. 
- Deslocalização das pessoas para grandes áreas urbanas, o que aliás deixa as terras abandonadas, retirando a ligação afectiva às mesmas (desfazendo-se delas ao menor aperto financeiro ou no caso de desemprego…)  
- Universidades e escolas que provocam a deslocalização definitiva dos jovens 
- Centros de saúde eliminados para as grandes cidades, por aparente falta de rendibilidade 
- Valor da terra a reduzir ao mesmo tempo que os impostos directos ou indirectos (como a limpeza obrigatória contra os incêndios), bem como ainda a lei de registo (e futura taxação) dos poços e fontes de agua. 
- Desinvestimento do ponto de vista de indústria e serviços diminuindo a possibilidade de manutenção das novas gerações onde a agricultura já não dá subsistência 
- Construção de grandes vias rodoviárias pelo interior do país com o argumento de aumentar a fixação de novas oportunidades de negócio e desenvolvimento (das multinacionais dos condomínios de luxo ou do turismo ecológico é claro). 
- Grandes superfícies de abastecimento nas grandes áreas urbanas destroem os pequenos mercados e obrigam as pessoas que não tenham agricultura de subsistência a deslocarem-se a grandes distâncias para abastecimento. 
 
Interessante verificar que não só as multinacionais irão adquirir estes recursos a baixo preço dada a elevada oferta e o valor reduzido da terra, como a concentração de pessoas “sem eira nem beira” nas grandes cidades as transforma numa enorme bolsa de trabalho de baixo custo como promove a redução da população quase automática. É que no campo um filho e mais um braço de trabalho, na cidade é mais um custo…
2. Perigos das "vacinas"
Escrito por Carlos Portugal, em 26-09-2009 15:44
Caro Rainer: 
 
O que escreve sobre as «experiências» feitas em Portugal, principalmente após o 25/4, tem toda a pertinência. Após a Grande Guerra de 14-18, feita pelos plutocratas para destruir os impérios europeus de modo a instituir a sua ditadura (recordemos os infames 14 pontos de Wilson); após a violenta e telúrica reacção alemã à imposição da NWO no período 1933-1945; após a tentativa de suborno e adulteração da História nas décadas de 1950-1960, os «powers-that-be» acordaram para uma realidade insólita: ainda restava um império europeu de pé, sólido e em crescimento - o Império Português. Ninguém se lembrara dele. 
 
Então, tentaram o seu desmembramento, através do 25/4, do PREC, da UE, e agora do socretinismo impante e burgesso. Transformaram uma das pérolas da Europa em balão de ensaio para práticas de controlo social e populacional. Compreende-se: é agora pequeno, destituído dos seus recursos, e aparentemente de fácil controlo. Mas há que lhe reduzir a população, ou anular-lhe a vontade pela doença. 
 
Entram em acção as «vacinas» e o seu marketing de terror insuportável e imbecilizante. 
 
Estas malfadadas «vacinas», para além de poderem provocar um grave síndroma neurológico (o síndroma Guillain-Barré, semelhante a um AVC, e que pode ser fatal), de conterem esqualeno e polisorbato TM80, que são imuno-esterilizantes, são fabricadas em cultura de células cancerígenas (ao que parece de cancro do pâncreas), para que a reprodução celular seja acelerada (o que acontece com células neoplásicas) e a reprodução do vírus nas quantidades planeadas seja atingida no espaço de tempo requerido. 
 
Apesar de os laboratórios chineses (que produzem a mistela sob contrato da Roche e da Glaxo) garantirem uma esterilização parcial (não pode ser total por se tratar de uma vacina de vírus vivo), nada garante que não passem milhares de resíduos de ADN das células cancerosas para o fluído da vacina, que irá ser injectado no desgraçado do paciente. 
 
Este dado, ultimamente ocultado, está a causar sérias dúvidas e mal-estar entre a comunidade médica, inclusivamente em Portugal. 
 
A propósito, foram vários médicos que me relataram pessoalmente as suas sérias preocupações. Dizem que só se fossem doidos tomariam aquela coisa. 
 
E eu também partilho da sua opinião. Por Portugal, por mim e pelos meus. 
 
Cumprimentos.

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