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"Toda a Verdade passa por três fases.
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Consideram-nos “porcos que devem ser expulsos”?
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Por Rainer Daehnhardt

É preciso ter descaramento! Então não é que em Bruxelas nos consideram “PORCOS, A EXPULSAR DA COMUNIDADE EUROPEIA?!!!”

Nunca o povo português foi tido nem achado em questões de entrada na CEE, na CE ou na EU!

Nunca tivemos voz, quando nos roubaram o escudo ancestral e nos impingiram o euro, que não passa de uma burla gigante.

Ofereceram-nos dinheiros comunitários, que nos caíram em cima como quedas de granizo, grande benefício para alguns e grandes estragos para outros.

Sempre soubemos que acabariam por criar “europeus de 1ª e de 2ª “. Agora já temos de 1ª, 2ª, 3ª e até pretendentes a 4ª. Já nem a geografia sabem!

Puxaram os cordelinhos dos media obedientes e das organizações secretas por detrás dos bastidores da política internacional, de tal modo, que sempre nos surgiram representantes secretamente anti-portugueses, meras pontas de flechas, de interesses globalistas.

Que houve entre nós quem abusou destes fundos, espalhados de forma indevida e pouco controlada, é uma triste realidade, que em nada nos honra. São casos de polícia! Agora, classificar-nos de “porcos”, que devem ser esquartejados ou expulsos, é uma outra realidade.

Vejamos quem é que nos acusa:

- Um grupo de Comissários, com mais nódoas no seu passado do que os registos criminais de muitos dos nossos encarcerados;

- Um Parlamento, com tal número de infractores das leis éticas e morais (ainda vigentes na maioria dos estados membros), que não será para admirar que, futuramente, sejam acusados como membros de organizações de malfeitores.

O que se esbanjou e desviou de dinheiros públicos, em Bruxelas, não tem paralelo nem nos piores dos nossos politiqueiros, sendo apenas comparável às actuações dos nossos servos a Mammon, ligados aos jogos da Banca Internacional.

Por isso, e tal como diz o ditado “Quem tem telhados de vidro, não deve atirar pedras ao do vizinho!”.

É interessante descobrir-se, que o carimbo de “porcos”, embora vindo de Bruxelas, teve origem em quem manda às escondidas no Fundo Monetário Internacional, uma famigerada organização orwelliana, que apenas serve os interesses de um grupo de elite.

Houve quem se sentasse à mesa e despejasse o seu ódio contra algumas nações, ordenando a sugestão da punição das mesmas. Os nomes que colocou num papel foram os da Grécia, Itália, Espanha e Portugal. Como velho cabalista moseísta germânico, transformado em americano, cultivou a sua aversão contra os que considera indisciplinados. Nunca suportou os gregos; despreza os italianos e considera a Espanha e Portugal, bem como todos os “latinos” em geral, potenciais desordeiros, a necessitarem de trela curta!

Brincando com os nomes destas nações, pelas leis dos anagramas, serviu-se apenas da primeira letra de cada um dos países postos no alvo e reagrupou as mesmas para que formassem algo. Saiu-lhe a palavra “ PIGS” (“P” de Portugal, “I” de Italy, “G” de Greece e “S” de Spain). Deve-lhe ter causado gozo especial ter conseguido tal proeza! O seu anagrama resultou num nome de um animal, a seu ver, nojento e não comestível.

Porém, DEUS escreve direito por linhas tortas. Se olharmos para a numismática antiga, descobrimos que a representação do javali, tanto entre os gregos, como entre os romanos, os iberos e lusitanos, é das mais nobres representações de animais, apenas comparável com a representação do cavalo.

Na Lusitânia, a Divindade ENDOVELLICUS, é representada pelo javali. Os povos celtas consideravam o javali como o expoente do culto da fertilidade, alcançada na conjunção da água e da terra, merecedora de respeito e carinho.

Se a sua ideia, introduzida pela porta do FMI, foi a de nos enxovalhar, vai-lhe sair o tiro pela culatra, porque está a acordar forças telúricas ancestrais, que ninguém consegue parar.

Image

Monumento às origens da lusitanidade no parque do Museu-Luso-Alemão. Um dólmen erguido por três centenas de voluntários do Regimento de Infantaria Um (Conde de Lippe), encabeçado por uma escultura de Endovelico, representado por um javali.

Em Bruxelas resolveram, em aflição, juntar mais um país ao grupo, adicionando-lhe mais uma letra, para disfarçar o resultado. Acrescentaram mais um “I” de Ireland, criando assim os “piigs”. Pouca diferença faz. O nome já havia passado, com gargalhada, pelos gabinetes e destes para os media. Não se explicando em parte alguma por que razão não incluíram também a França e diversos outros, todos até, no mesmo caldeirão. A diferença das contas apresentadas é, afinal, bem pequena.

Agora vão propor sanções punitivas aos “porcos”, entre os europeus, criando fossos bem mais fundos dos que já tinham conseguido com a criação das diferentes classes de europeísmo.

Os irlandeses não gostaram e apontam as culpas aos servos de Mammon, nas suas próprias fileiras. Assim, o jornal diário “DAILY STAR”, chegou a inflamar a população, mostrando fotos dos ex-directores da Anglo Irish Bank e da Irish Nationwide Building Society, propondo que fossem fuzilados, por terem causado um prejuízo de 25 mil milhões de euros ao país.

Na Grécia, fala-se abertamente no corte de ligação das ilhas a Atenas, caso a proposta da venda e evacuação de ilhas gregas, para fazer face ao gigantesco deficit, seja levado avante.

A Itália está no meio de mais uma de tantas crises sem fim à vista e Espanha e Portugal já se preocupam de novo com a soberania das suas ilhas.

O que as ordens dadas pelo tal cérebro “momentaneamente ainda americano” podem causar, viu-se bem, quando visitou, em 6 de Dezembro de 1975, um país vizinho de território português e deu luz verde para uma invasão, que causou cerca de 200.000 vítimas, em terras então ainda lusas.

Quando foi acusado pelo Tribunal Internacional de Haia, os Estados Unidos retiraram o seu apoio a este tribunal, avisando que, se algum cidadão americano fosse alguma vez acusado, invadiriam a Holanda.

Já Orwell mostrou, na sua obra “ANIMAL FARM”, que “todos os animais são iguais, mas uns são mais iguais do que outros”.

É curioso saber-se, que a sua obra foi traduzida para o português com o título “O TRIUNFO DOS PORCOS”. Será que vem mesmo a propósito?

A sua obra mais famosa, “1984”, teve primeiro o título “LAST MAN IN EUROPE”. Será isto também uma dica em relação ao português, que sempre terá os Açores como último refúgio da lusitanidade?

Dá que pensar!


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  Comentários (3)
1. Quem será??
Escrito por Denis Correia Almeida website, em 04-08-2010 08:38
Sim, li tudo; mas não tenho a mínima idea de quem se trata; indivíduo/s,que estão com intenções malandras de tomarem posse de tudo. 
 
Há bastante tempo havia guardado este Grifo.com nos meus Favourites. 
Hoje, resolvi trazelo à baila, li com muita atenção, como voltarei a ler mais. 
 
Pelo que vejo, já posso pensar assim: 
pelo andar da carruagem, já se avista o fim da viagem. 
Já não será p'ra mim, mas, penso nos portugueses continentais e açorianos. Se um dia isso suceder, ficaremos pior do que no primeiro milénio depois de Cristo. Também poderemos ficar como ratos caçados dentro duma gaiola, até se comerem uns aos outros. 
 
 
Viu-se, desde o começo a euforia precoce da nossa gente, ao ligar-se à UE. No entanto, e no entretanto, eramos pequeninos demais para  
haver rebeldia.Como açoriano que sou,e pouco letrado, vi rapidamente na entrada do euro, 
ou mesmo antes dele entrar, a fartura de escudos que toda a gente lidava em Portugal. 
 
Esta avalancha de dinheiro que durou pouco, 
pensei imediatamente que era igual a: quem tinha batatas a grelar e, para dar lugar ás (batatas novas) ao --euro--,as velhas tinham que sair do prateleiro. Esta, penso que foi a razão, de até crianças de 8 anos, irem à loja comprar cigarros com notas de mil escudos. 
 
Todos de "fato novo" O (senhor euro) fresquinho entrou. Agora, depois dessa adiafa toda, as hienas escondidas,lá não sei onde, chama-nos porcos (piigs) está bonito!. Esses inventores e traidores, se é assim, irão apoderar-se de todos e fazer uma Europa compatível com os EU???..Ou, serão estes últimos parte da mesma quadrilha? 
 
Já tinha a impressão que havia por detrás disso tudo, grandes papões na Europa e, quem sabe?...por estes lados também. 
Penso, que a ladroeira do Wall Street, esses barões vigaristas, e os da Europa é apenas um só monstro, mas com muitos tentáculos. 
 
-Voltando ao couro da vaca fria, esta, foi a razão de todos terem muito dinheiro, mas ninguém sabia porque era... 
Estava tudo ás claras. Agora, este lambão ou lambões, decerto estão a vigiar-nos como o gato vigía o rato. Um momento oportuno e pronto.Levará algum tempo e oxalá que nunca. As coisas parecem verdadeiramente más. 
Escrevo umas letras para o Forum da Ilha das Flores e, em certa altura, já dei um toque no assunto, mas por outras vias. 
DCA
2. Os caturras do sistema
Escrito por Nuno Manuel Oliveira, em 15-07-2011 20:22
Há pouco tempo recebi um e-mail de uma amiga relativo à "sede", em território neutro norueguês, salvo erro) da WikiLeaks, num antigo bunker da 2ª Guerra Mundial. É evidente que há interesses estabelecidos, de gente «agarrada ao antigamente» que pretende perpetuar zangas antigas como forma de obter prestígio social e económico. É o caso da UE! Desde a antiga ideia de uma «Europa unida», com a constituição dos Estados-nações no século XIX, e a formalização de sucessivos tratados -- o mais antigo dos quais o que estabelecia a chamada «Comunidade Económica do Carvão e do Aço», nos primórdios daquilo que viria a ser a União Europeia -- a seguir à 2ª Guerra Mundial, que nações propositadamente desmilitarizadas, como a Alemanha a seguir à 1ª Grande Guerra, e depois com o fim da Guerra Fria, a URSS por tratado com os EUA, que estas nações nunca se habituaram à mediania, com a derrocada em ambos do regime comunista que prometia «dar novos mundos ao mundo», pelo que, com a criação da Sociedade das Nações e depois da ONU, que estes países assumiram ensejos imperialistas, sendo ainda hoje voz activa na ONU, e nos sucessivos «Clubes», como o G-8 e outros, demolindo os interesses genuínos dos outros países em «levar a sua avante», ou seja, as suas legítimas aspirações de autonomia. São os antigos «barões» do sistema soviético, e o partido da sra. Merkel, que ocupa a centralidade no espectro político -- desenhando-se assim uma «vulgaridade» dos sistemas políticos contemporâneos, com poucas diferenças ideológicas, que velam para que o mundo se mantenha o local desigual que é. A China, aliás, também zela por isso. São os «barões antigos», que assistiram ao fim dos regimes comunistas -- ou à eclosão de novos -- que zelam para que este mundo em geral, e a Europa, em particular, indirectamente, se mantenha como «uma Europa a duas velocidades», criadora de disparidades que apenas vão enriquecer uns poucos, e arruinar muitos. Falei no início da WikiLeaks. Quantos lobbys destes homens e mulheres «bem-falantes» não estão por detrás dos seus pretensos «porta-vozes» na WikiLeaks, zelando para que, a coberto de uma pretenciosa «democratização da informação», se publiquem documentos secretos para somente os ilibar? Dá que pensar. Os "caturras do sistema" estarão para durar? O tempo o dirá.
3. Estou certo que é
Escrito por Manuel Pires, em 10-01-2017 15:45
Henry Kissinger (nascido Heinz Alfred Kissinger) esteve envolvido numa intensa actividade diplomática com a República Popular da China, o Vietname, a União Soviética e com África. Ainda hoje uma figura polémica e controversa, alguns dos críticos de Kissinger acusam-no de ter cometido crimes de guerra durante sua longa estadia no governo como dar luz verde para a invasão indonésia de Timor (dezembro de 1975) e a golpes de estado no Chile, Cambodja[4] e no Uruguai (1973), sendo que por diversas vezes Kissinger usava de uma política tortuosa, em que parecia jogar com um "pau de dois bicos". 
(Na Wikipédia em português e principalmente inglês)

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