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Ganância & Prepotência são os pais das vacinas modernas
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Pormenores do estratagema em curso para diminuir a população mundial ganhando muito dinheiro.

Fonte: KOPPONLINE (19.2.2014)

As pesquisas de uma revista científica britânica desmascaram a Big Pharma como tendo conspirado no escândalo da epidemia da gripe da OMS

Por Ethan A. Huff

A Organização Mundial da Saúde, OMS, é objecto de novas investigações que devem trazer à luz do dia o que realmente aconteceu por ocasião da epidemia da “gripe das aves” de 2009, em que milhares de pessoas foram vacinadas. Pesquisas conjuntas da revista médica inglesa British Medical Journal (BMJ) e do Bureau of Investigative Journalism [Agência de Jornalismo de Investigação (BIJ)] já revelaram graves conflitos de interesses na OMS, dado que os fabricantes das vacinas lucraram grandemente com a pandemia e a histeria com ela criada.

A investigação centra-se, especificamente, no grémio de conselheiros – comité controverso desde o início – que teria de formular recomendações à OMS sobre quais as providências a tomar, em caso de emergência, em relação à pandemia. Segundo a BMJ e BIJ, faziam parte do grupo de conselheiros pessoas com ligações estreitas à indústria farmacêutica; muitas das quais tinham interesses financeiros no desenvolvimento de medicamentos antivirais e de vacinas contra a gripe, que se tem relacionado com a ocorrência de narcolepsia e outros distúrbios.

Segundo os relatórios, a Big Pharma participou com centenas de milhares de dólares na produção da vacina contra a gripe das aves que a OMS, mais tarde, havia de impor no mercado através de publicidade e de medo. Se a OMS aceitou tão prontamente que estes remédios representavam a resposta adequada contra a pandemia foi por conselheiros importantes – sendo alguns ainda desconhecidos por os seus nomes terem sido mantidos secretos – estarem a trabalhar no interesse da indústria farmacêutica para garantir que, no processo de planeamento da panteia, estes medicamentos seriam prioritariamente escolhidos.

«Importantes cientistas, que aconselhavam a OMS na questão dos planeamentos de uma epidemia de gripe, já tinham trabalhado para empresas farmacêuticas que haviam de lucrar com os conselhos que agora estavam a ser preparados», segundo vem no relatório sobre a investigação conjunta. «Estes conflitos de interesses jamais foram apresentados publicamente pela OMS, sendo as inquirições sobre o seu manejo da pandemia A/H1N1 classificadas como “teoria de conspiração”».

A histeria, quanto à epidemia da gripe das aves, levou os governos a armazenar medicamentos e vacinas que nunca foram utilizados.

O objectivo principal era, evidentemente, convencer o maior número de governos possível a comprar grandes quantidades de medicamentos antivirais como, por exemplo, Oseltamivir (Tamiflu) e Zanamivir (Relenza) e vacinas como Pandemrix para com isso proporcionar enormes lucros às empresas.

Embora a eficácia, já não falando na segurança destes medicamentos, jamais ter sido provada, foram distribuídos em grandes quantidades como “medicamentos de urgência” contra o H1N1.

O Oseltamivir e o Zanamivir existem desde o fim da década de 1990, contudo o FDA dos Estados Unidos e demais autoridades de fiscalização tiveram de dar uma interpretação muito liberal aos escassos dados que receberam dos respectivos fabricantes, a fim de poderem autorizar a venda dos medicamentos. Veio a provar-se que, no início, o FDA recusou-se a recomendar o Zanamivir, fabricado pela Glaxo-SmithKline, fosse aplicado durante a pandemia, por os dados apresentarem grande escassez de segurança e eficácia. Mais tarde, as autoridades mudaram de opinião.

«Após o controlo feito pelo Dr. Michael Elashoff (que tinha acesso a dados individuais de pacientes e a relatórios de estudos abrangentes), o comité consultivo do FDA votou 13 votos contra 4, quanto à autorização do Zanamivir, afirmando que este não era mais eficaz do que um placebo, quando tomado com outros medicamentos como, por exemplo, Paracetamol», segundo está no relatório. «O Dr. Elashoff não achou o Zanamivir mais eficaz do que um placebo – e tinha efeitos secundários».

Por fim, a pandemia foi um fiasco total, como todos sabemos. Muitas pessoas recusaram os medicamentos e a vacina que o governo lhes queria impor. O que teve como consequência que os medicamentos e as vacinas comprados com o dinheiro dos impostos, armazenados e desaproveitados em todo o mundo, estão lentamente a atingir o seu prazo de validade.

Pode ser lido (em inglês) o relatório completo da investigação do BMJ e BIJ sobre a corrupção na OMS durante a pandemia H1N1 de 2009, em EngineeringEvil.com.

Fontes:

EngineeringEvil.com

NaturalNews.com

NaturalNews.com

NaturalNews.com


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